Óleo de coco: para emagrecer, não passa de bobagem
Na forma de líquida ou na de pílula, cada vez mais pessoas usam suplementos na tentativa de perder peso. Com esse objetivo, só estão perdendo dinheiro
Vivian Carrer Elias
Cápsulas de oléo de coco (Reprodução)
O óleo de coco, seja na forma líquida ou na de pílula, é o emagrecedor da moda. Na forma de pílula, é ingerido duas vezes ao dia. Líquido, também pode ser ingerido ou usado no preparo de alimentos. Na Mundo Verde, uma rede de 205 lojas de produtos naturais espalhadas pelo Brasil, as vendas aumentaram 500% nos últimos 4 meses, mais do que qualquer outro produto. O frenesi não deve continuar por muito tempo. Vários alimentos, bebidas, sementes e produtos naturais caíram no esquecimento pela ausência de estudos científicos e resultados práticos que comprovassem sua eficácia. O caminho dessa nova moda parece ser o mesmo.
Saiba mais
COLESTEROL
O colesterol é importante para o organismo para sintetizar vitaminas e hormônios, mas eles não circulam livremente pelo sangue. Para fazer isso, é preciso que se juntem às lipoproteínas, como a HDL (sigla para high density lipoproteins, ou lipoproteínas de alta densidade) e a LDL (low density lipoprotein, lipoproteínas de baixa densidade). A HDL impede que a LDL forme placas de gordura nas artérias que dão origem à aterosclerose, diminuindo ou obstruindo o fluxo sanguíneo, provocando infartos ou derrames.
ÁCIDO GRAXOS
São as moléculas que compõem a gordura, que pode ser encontrada na natureza em formato sólido (gordura) ou líquido (óleos). São formados por cadeias de carbono, que se ligam a moléculas de hidrogênios. Quanto mais ligações na molécula, mais saturada é a gordura.
GORDURA SATURADA
Aumenta o LDL no organismo, que se deposita nas artérias e eleva o risco de problemas cardíacos. Pode ser encontrada em frituras, carne vermelha e em laticínios em geral.
GORDURA INSATURADA
Diferente das saturadas, ajuda a reduzir os triglicerídeos, um tipo de gordura que em alta concentração é prejudicial, e a pressão arterial. Pode ser monoinsaturada ou poli-insaturada. Essa última pode ser, por exemplo, Ômega 3 e 6, que são os chamados ácidos graxos essenciais e são as gorduras encontradas em peixes, linhaça, castanhas e azeite.
O primeiro motivo é que nada — benefícios ou prejuízos — foi provado em relação ao óleo, o que basta para impedir que médicos responsáveis recomendem a substância como emagrecedor. Segundo Gláucia Carneiro, endocrinologista da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e do ambulatório de obesidade da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), as evidências científicas são insuficientes para que as pessoas contem com o óleo de coco para emagrecer.
Não há mal nenhum em usá-lo, em sua forma líquida, como substituto do óleo de origem animal ou mesmo do óleo de soja na preparação de alimentos. Ele faz parte do grupo de gorduras vegetais, mais saudável do que as animais. No entanto, é rico em gorduras saturadas. O azeite de oliva, por exemplo, tem gorduras insaturadas. Para cozinhar, tudo bem. Para emagrecer, fora de questão.
Sem comprovação — As pesquisas que encontraram tanto benefícios como malefícios no alimento não foram capazes de explicar o mecanismo envolvido. Há quem atribua ao óleo de coco a condição de um termogênico, ou seja, algo capaz de aumentar a queima de calorias no corpo. Substâncias termogênicas estão presentes no café ou no chá verde, por exemplo, mas também podem ser encontradas em suplementos alimentares. Mas, de novo, nada foi comprovado.
Pesquisadores brasileiros da Universidade de Alagoas, em Maceió, publicaram no periódico Lipids, em 2009, um estudo sobre óleo de coco. Nele, 40 mulheres obesas de 20 a 40 anos seguiram, por 12 semanas, uma dieta com restrição calórica (menos consumo de carboidratos, mais ingestão de proteínas e fibras e semelhante consumo de gordura) e praticaram 50 minutos de caminhadas todos os dias. Metade delas ingeriu suplementos óleo de soja e as outras, de óleo de coco. Antes do início do estudo, as participantes apresentavam níveis de colesterol, índice de massa corporal (IMC) e medidas abdominais parecidas. Ao final da pesquisa, aquelas que consumiram óleo de coco apresentaram maiores níveis de HDL, o colesterol 'bom', e menores de LDL, o colesterol 'ruim', enquanto o outro grupo teve os dois tipos de colesterol aumentados. A redução do IMC foi observada nos dois grupos, embora somente o grupo do óleo de coco tenha reduzido a circunferência abdominal.
Os pesquisadores concluíram que dieta com suplemento de óleo de coco não aumenta os níveis de gordura no sangue e reduz medidas abdominais em obesos. Entretanto, eles também observaram que o suplemento pode induzir uma resistência à insulina. Os cientistas, no entanto, concluíram que outros estudos eram necessários para avaliar os efeitos do alimento a longo prazo.
Ilusão — Por causa de resultados controversos como esses, que indicam tanto benefícios quanto malefícios do óleo de coco, sem confirmar nenhum dado e estabelecendo a necessidade de novos estudos, os médicos acreditam que incluir óleo de coco na dieta como um suplemento alimentar não é seguro. "Nenhum estudo feito sobre óleo de coco tem qualidade que garanta segurança dos resultados, além de não ter sido publicado em revistas médicas de excelência", afirma Cíntia Cercato, endocrinologista da SBEM e do Hospital das Clínicas.
O endocrinologista Alfredo Halpern, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e autor do livro Pontos Para o Gordo, é mais taxativo. "O óleo de coco é uma grande enganação. É rico em gorduras saturadas, ou seja, em excesso faz mal, e não tem nenhuma dessas propriedades sobre as quais as pessoas vêm falando. É uma gordura como outra qualquer: pode ser consumida, mas também é capaz de engordar o indivíduo", afirma.
O óleo de coco não precisa ser exterminado. Ele pode substituir outras gorduras, como manteiga, óleo de girassol e azeite, na preparação de alimentos, desde que haja bom senso. "A gordura não é proibida. O ideal é que ela represente, no máximo, 30% do total de calorias que consumimos ao dia, dependendo do tamanho, do peso e do estilo de vida do indivíduo. As gorduras saturadas, porém, não devem ultrapassar 7%”, diz o endocrinologista da SBEM e chefe do grupo de obesidade do Hospital as Clínicas da Faculdade de Medicina da USP Márcio Mancini.
Mancini, porém, reafirma: para emagrecer, o óleo de coco é uma bobagem. "Quem compra essa ideia joga dinheiro fora, se ilude com um caminho fácil para a perda de peso e acaba se decepcionando."
Fonte; Revista Veja /março 2012
Sandra Silva Personal
domingo, 4 de março de 2012
sexta-feira, 2 de março de 2012
Óleo de coco - 4kg em 15 dias
Você acredita que um alimento rico em gordura e calorias pode facilitar a perda de peso? Está comprovado pela ciência: o óleo de coco extravirgem melhora o funcionamento da glândula tireoide, estimulando o metabolismo e a queima dos estoques de gordura. Além do assunto estar bombando na internet, a top model australiana Miranda Kerr (queridinha da marca Victoria¿s Secret) atribuiu à iguaria a rapidez com que voltou à forma depois de ter seu primeiro filho. Ela consome o óleo extraído do fruto tropical todos os dias - quatro colheres misturadas no chá verde, na salada e no preparo de refogados.
Sozinho, porém, o óleo de coco não faz milagre! É importante sempre associá-lo a uma dieta equilibrada. Dessa maneira, ele reduz até sete vezes mais gordura abdominal, segundo um estudo recente da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos. Esse poder, quem diria, vem principalmente da gordura saturada - a maior parte, porém, é de triglicerídeos de cadeia média. "Um tipo de gordura que, quando chega ao fígado, vira energia rapidamente", explica Natália Colombo, nutricionista da Clínica Ncnutre, em São Paulo. Resultado: não sobra gordura para ser acumulada na cintura e, ainda, você ganha pique (sugestão: aproveite para malhar!).
Única fonte vegetal a apresentar alta concentração de ácido láurico - substância com ação antioxidante e anti-inflamatória -, o óleo de coco também combate os radicais livres e a inflamação nas células, deixando o organismo menos resistente à perda de peso. Você vive faminta? Mais um motivo para apostar nesse superalimento: ele sacia, ajudando-a a consumir menos calorias ao longo do dia e, mais uma vez, facilitando a dieta.
O óleo de coco vai secar suas gordurinhas
Com este cardápio de 1200 calorias, elaborado pela nutricionista Natália Colombo, dá para você emagrecer até 4 quilos em duas semanas. O segredo? Três colheres de sopa de óleo de coco extravirgem por dia, consumidas no café da manhã, no lanche e jantar
Café da manhã*
Opção 1
• Suco de mamão com óleo de coco: 1/4 de papaia batida com 1 ameixa pequena, 1 col. (sopa) de óleo de coco e 1 copo (200 ml) de água (ou água de coco)
• 1 fatia de pão integral com 2 fatias finas de peito de peru light
Opção 2
• Vitamina com óleo de coco: 1 copo (200 ml) de leite de soja batido com 1/2 xíc. (chá) de morango (ou 1 polpa de morango congelado), 1 col. (sopa) de óleo de coco e gelo
• 2 biscoitos salgados integrais com 1 col. (sobremesa) de homus (pasta de grão-de-bico) ou creme de ricota light
Opção 3
• 1 taça média de salada de frutas com 2 col. (sopa) de iogurte desnatado, 1 col. (sopa) de granola light e 1 col. (sopa) de óleo de coco
Opção 4
• Suco com gengibre e óleo de coco: 1 xíc. (chá) de morango fresco ou congelado batido com 2 fatias finas de melão, 1 col. (chá) de gengibre ralado e 1 col. (sopa) de óleo de coco e gelo
• 1 fatia de pão integral na chapa com 1 fatia de queijo branco e orégano
Opção 5
• Suco verde com óleo de coco: 2 rodelas finas de abacaxi batidas com 1/2 maçã com casca, 2 folhas de couve, 1/2 copo (100 ml) de água de coco e 1 col. (sopa) de óleo de coco
• 2 torradas integrais com 1 col. (sobremesa) de creme de ricota
* Café ou chá sem açúcar à vontade (se quiser, use adoçante)
Lanche da manhã
Opção 1
• 1 porção de fruta (1 pera ou 1 goiaba ou 1 maçã ou 10 uvas)
Opção 2
• 1 barrinha de semente de gergelim ou de linhaça
• 1 copo (200 ml) de água de coco
Opção 3
• 1 barrinha de cereais integrais light
• 1 xíc. (chá) de ervas (hortelã, cidreira, hibisco) quente ou gelado
Opção 4
• 2 cookies integrais diet pequenos
• 1 copo (200 ml) de água de coco
Opção 5
• 1 caixinha (200 ml) de suco à base de soja light
Almoço
Opção 1
• Salada de folhas verdes (alface, agrião, rúcula, mostarda), 1 col. (sopa) de rabanete ralado e 3 rodelas de tomate**
• 2 col. (sopa) de arroz integral
• 2 col. (sopa) de feijão
• 1 filé (120 g) de frango grelhado ou assado
Opção 2
• Salada de folhas, 2 col. (sopa) de cenoura ralada, 2 buquês de brócolis no vapor e 1 ovo cozido
• 2 col. (sopa) de purê de mandioquinha (ou de mandioquinha cozida)
• 1 col. (sopa) de lentilha (ou grão-de-bico)
• 1 filé (120 g) de peixe assado
Opção 3
• Salada de folhas verdes, 1 col. (sopa) de legumes variados cozidos, 1 col. (sopa) de grão-de-bico e 3 rodelas de tomate
• 1 col. (sopa) de couve refogada
• 1 batata média cozida
• 1 filé (100 g) de carne magra (patinho, alcatra) grelhada ou assada
Opção 4
• Salada de folhas e 1 col. (sopa) de beterraba ralada (ou rabanete) e 1 col. (sopa) de cenoura ralada
• 2 col. (sopa) de arroz integral
• 2 col. (sopa) de lentilha (ou feijão)
• 1 hambúrguer (100 g) de soja ou carne magra grelhado
Opção 5
• Salada de folhas, 5 buquês de brócolis no vapor, 1/2 tomate picado e 1 ovo cozido em rodelas
• 1 pegador de macarrão integral com 2 col. (sopa) de molho de tomate (ou 1 col./sopa de molho à bolonhesa)
Lanche da tarde
Opção 1
• Suco de melancia com óleo de coco: 1 fatia grande de melancia batida com hortelã e 1 col. (sopa) de óleo de coco
• 1 col. (sopa) de semente de girassol (ou 4 amêndoas)
Opção 2
• 1 pote de iogurte desnatado com 1 col. (sopa) de óleo de coco e 1 pitada de canela em pó
Opção 3
• 1 fatia de pão integral light com 1 col. (sopa) de óleo de coco em pasta (espalhe o óleo no pão como se fosse manteiga)
Opção 4
• 1 pedaço de bolo de chocolate com óleo de coco (veja receita)
Opção 5
• 1 pera (ou 1 maçã) cozida ou aquecida no micro-ondas com 1 col. (sopa) de óleo de coco e polvilhada com canela em pó
Jantar
Opção 1
• Salada de folhas verdes, 4 col. (sopa) de legumes (abóbora, chuchu, cenoura, vagem) cozidos, 4 col. (sopa) de atum light e 1 col. (sopa) de molho de óleo de coco para salada (veja receita)
Opção 2
• Salada de folhas verdes polvilhada com 1 col. (sopa) de farofa de coco (veja receita)
• 2 ovos mexidos com espinafre e cebola preparado com 1 col. (sopa) de óleo de coco
Opção 3
• Salada de folhas verdes com 1/2 pepino em rodelas e 1/2 tomate picado
• 1/2 batata-doce média assada com alecrim, sal e 1 fio de azeite extravirgem
• 1 filé (100 g) de frango cozido com pimentão, cebola, cenoura, vagem e 1 col. (sopa) de shoyu (molho de soja) e 1 col. (sopa) do óleo de coco
Opção 4
• Salada de folhas verdes, 1 col. (sopa) de ervilha fresca cozida, 1 col. (sopa) de cenoura ralada e 1 col. (sopa) de molho de óleo de coco para salada (veja receita)
• 1 filé (100 g) de peixe assado com brócolis, cebola, tomate picado e suco de 1/2 limão
Opção 5
• 1 prato (sobremesa) de escarola crua picada com 3 tomates-cereja, 2 buquês de couve-flor no vapor e 1 col. (sobremesa) de molho de óleo de coco para salada (veja receita)
• 2 col. (sopa) de berinjela refogada com alho, cebola e tomate
• 1 hambúrguer (80 g) de frango (ou de peru) grelhado e coberto com molho de tomate e 1 fatia fina de mussarela light (ou queijo branco)
Ceia
• 1 xíc. de chá de ervas (melissa, camomila, erva-doce, erva-cidreira ou passiflora) quente ou gelado
**Tempere a salada com 1 col. (sopa) de azeite extravirgem, limão e sal a gosto.
Molho para salada
• 1/4 de xíc. (chá) de óleo de coco extravirgem
• 1/4 de xíc. (chá) de azeite extravirgem
• 1/4 de xíc. (chá) de vinagre de maçã (ou suco de limão)
• 1 col. (sopa) de água
• 1/2 col. (sopa) de sal
• 1 col. (café) de cúrcuma (opcional)
• 1 pitada de pimenta-do-reino
Modo de fazer
Junte todos os ingredientes em uma tigela e misture bem. Deixe descansar em temperatura ambiente por uma hora e, depois, guarde na geladeira. O molho pode ficar consistente sob refrigeração, por isso, retire da geladeira uma hora antes de servir ou aqueça no micro-ondas.
Rende: 20 colheres de sopa
Calorias por colher: 43
Farofa de coco
• 1 col. (sopa) de farinha de coco
• 1 col. (sopa) de gersal (gergelim tostado com sal e triturado)
• 1 col. (chá) de salsa picada
• 1 col. (café) de cúrcuma (opcional)
• 1 col. (chá) de orégano
• 1 pitada de pimenta-do-reino
Modo de fazer
Misture todos os ingredientes. Use para polvilhar a salada.
Rende: 3 colheres de sopa
Calorias por colher: 36
Bolo de chocolate com óleo de coco
• 2 col. (sopa) de cacau em pó (ou um pouco mais, se você gostar do sabor mais forte)
• 1/2 xíc. (chá) de óleo de coco extravirgem
• 1/2 xíc. (chá) de xarope de agave (à venda em lojas de produtos naturais) ou mel
• 1/4 de xíc. (chá) de coco ralado sem açúcar
• 1 col. (chá) de essência de baunilha
Modo de fazer
Coloque os ingredientes em uma tigela média e misture bem até ficar uma massa homogênea. Pressione em uma tigela rasa de vidro e leve à geladeira por duas horas. Outra opção é colocar a massa em copinhos e comer a temperatura ambiente, como se fosse um mousse.
Rende: 8 porções
Calorias por porção: 162
O coco em outros formatos
Mais derivados do fruto que podem dar uma força para a dieta
• Água de coco: retirada do fruto ainda verde, ela hidrata o organismo no primeiro gole. Com uma composição semelhante ao plasma sanguíneo, é facilmente levada para dentro das células. O que isso tem a ver com perda de peso? Evita a retenção de líquido. Mais ainda: bem hidratada, você rende o dobro nos exercícios e emagrece mais facilmente. Por ter vitamina E, antioxidante capaz de combater o excesso de radicais livres, a água de coco também vale por um cosmético rejuvenescedor. E é levinha: um copo (250 ml) tem 55 calorias.
• Farinha de coco: extraída da película marrom que faz parte da casca do coco, mais um pouco da polpa seca, a farinha tem menos ácido láurico que o óleo, mas também é capaz de manter o intestino saudável. Outra vantagem para a dieta: uma colher de sopa da farinha (10 gramas, 24 calorias) tem 2,5 gramas de fibras e, por isso, ajuda a saciar. Pode ser usada pura, misturada no suco ou polivilhada na fruta ou, ainda, substituir parcialmente a farinha de trigo no preparo de pães, bolos e tortas.
Você tem alguma dúvida?
A nutricionista Natália Colombo responde às perguntas sobre o uso do óleo de coco enviadas pelas leitoras de BOA FORMA. Você vai saber tudo sobre esse alimento
P. Quantas colheres de óleo de coco devo consumir para emagrecer?
R. De duas a quatro colheres de sopa por dia. Foi a quantidade utilizada pelos voluntários que participaram dos estudos científicos que avaliaram o poder do óleo de coco na perda de peso. Mais do que isso, ele pode engordar, principalmente se você não seguir uma dieta com poucas calorias e fugir dos exercícios. Lembre-se de que o óleo de coco é fonte de gordura e, por isso, não é magro: tem 90 calorias em uma colher de sopa.
P. Por ser gorduroso, ele pode fazer o intestino desandar?
R. Sim. Por isso, é importante ficar atenta à resposta do seu organismo. Melhor ainda: comece consumindo uma colher de sopa por dia e, aos poucos, vá aumentando essa quantidade até chegar a três colheres, no máximo quatro.
P. No frio, o óleo vira uma pasta. Ele pode ser consumido assim?
R. Como você preferir - em pasta ou líquido, o efeito na perda de peso é o mesmo. Em pasta, porém, fica fácil encher a colher e passar da medida. Mas você pode resolver o problema usando a colher sempre rasa. O óleo consistente pode ser passado no pão no lugar da manteiga ou batido no suco. Vai misturá-lo direto na salada, no iogurte e na fruta? Nesse caso, é melhor o óleo líquido. Para isso, basta aquecê-lo rapidamente no fogo em banho-maria ou no micro-ondas (a partir de 22 ºC, ele já fica líquido), sem o risco de ter as propriedades terapêuticas alteradas.
P. É melhor consumir o óleo sozinho?
R. Ele pode ser consumido puro, mas não é uma regra. Aliás, o sabor fica mais suave quando associado a outros alimentos. Há outras vantagens: consumido nas refeições, o óleo de coco sacia mais e reduz o índice glicêmico do prato, fazendo com que até o pão e o macarrão ofereçam menos risco à balança. Essa ação também deixa você sem fome por mais tempo e mais propensa a seguir a dieta.
P. Que tipo é melhor: refinado ou extravirgem?
R. Existem os dois no mercado. Porém, apenas o extravirgem oferece todos os benefícios citados nesta reportagem. Prensado a frio, ele preserva todas as propriedades nutricionais e terapêuticas do fruto.
P. Posso tomar cápsula no lugar do óleo?
R. Ainda não existem estudos avaliando o efeito do óleo de coco em cápsula. De qualquer maneira, a recomendação para a perda de peso é de duas a quatro colheres de sopa do óleo por dia ou cerca de 30 gramas. Para atingir essa quantidade em cápsula, você precisa tomar 30 unidades (cada uma tem 1 grama de óleo de coco). É muita cápsula para qualquer pessoa engolir, além de ficar caro.
P. Ele pode ser usado no preparo da comida, no lugar do óleo tradicional?
R. Sim. Aliás, o óleo de coco é considerado o mais saudável para cozinhar. Isso porque ele é composto de gordura saturada que se mantêm estável mesmo quando submetida a altas temperaturas. Já os óleos vegetais poli-insaturados, como o de soja, milho, girassol e canola, sofrem alterações durante o aquecimento, o que faz com que apresentem níveis de gordura trans no final do cozimento.
P. Ele altera o sabor da comida?
R. Apesar de ter um sabor suave de coco, pode ser um problema para quem não gosto do fruto. Se for seu caso, use o óleo em pequenas quantidades no preparo da comida, deixando para colocar uma porção maior no suco ou na fruta.
P. O leite de coco proporciona os mesmos benefícios que o óleo?
R. Não. Apesar dos dois serem extraídos do coco, o leite não tem as propriedades terapêuticas do óleo. Se você é fã do leite de coco, até pode usá-lo nas receitas junto com o óleo, mas prefira a versão light (44 calorias - o tradicional tem 87 - em 50 mililitros) e acrescente muito pouco.
P. Como deve ser armazenado?
R. Em um vidro bem fechado, longe da luz e do calor. Não é precisa ficar na geladeira.
P. É verdade que a pele e o cabelo ficam mais bonitos?
R. Sim. O óleo de coco tem substâncias emolientes, além de vitamina E que combate o excesso de radicais livres - os inimigos da pele lisa e do cabelo saudável. Você também pode usá-lo como um reparador dos fios, passando um pequena quantidade na ponta deles.
P. Tem alguma contra-indicação?
R. Não. O único cuidado é iniciar o consumo gradualmente, evitando que ele estimule excessivamente o intestino.
P. Onde é encontrado à venda?
R. Em casas de produtos naturais e até supermercados, a um preço médio de 50 reais o frasco de 500 mililitros.
Fonte: Revista Boa Forma/2012
Sandra Silva
Sozinho, porém, o óleo de coco não faz milagre! É importante sempre associá-lo a uma dieta equilibrada. Dessa maneira, ele reduz até sete vezes mais gordura abdominal, segundo um estudo recente da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos. Esse poder, quem diria, vem principalmente da gordura saturada - a maior parte, porém, é de triglicerídeos de cadeia média. "Um tipo de gordura que, quando chega ao fígado, vira energia rapidamente", explica Natália Colombo, nutricionista da Clínica Ncnutre, em São Paulo. Resultado: não sobra gordura para ser acumulada na cintura e, ainda, você ganha pique (sugestão: aproveite para malhar!).
Única fonte vegetal a apresentar alta concentração de ácido láurico - substância com ação antioxidante e anti-inflamatória -, o óleo de coco também combate os radicais livres e a inflamação nas células, deixando o organismo menos resistente à perda de peso. Você vive faminta? Mais um motivo para apostar nesse superalimento: ele sacia, ajudando-a a consumir menos calorias ao longo do dia e, mais uma vez, facilitando a dieta.
O óleo de coco vai secar suas gordurinhas
Com este cardápio de 1200 calorias, elaborado pela nutricionista Natália Colombo, dá para você emagrecer até 4 quilos em duas semanas. O segredo? Três colheres de sopa de óleo de coco extravirgem por dia, consumidas no café da manhã, no lanche e jantar
Café da manhã*
Opção 1
• Suco de mamão com óleo de coco: 1/4 de papaia batida com 1 ameixa pequena, 1 col. (sopa) de óleo de coco e 1 copo (200 ml) de água (ou água de coco)
• 1 fatia de pão integral com 2 fatias finas de peito de peru light
Opção 2
• Vitamina com óleo de coco: 1 copo (200 ml) de leite de soja batido com 1/2 xíc. (chá) de morango (ou 1 polpa de morango congelado), 1 col. (sopa) de óleo de coco e gelo
• 2 biscoitos salgados integrais com 1 col. (sobremesa) de homus (pasta de grão-de-bico) ou creme de ricota light
Opção 3
• 1 taça média de salada de frutas com 2 col. (sopa) de iogurte desnatado, 1 col. (sopa) de granola light e 1 col. (sopa) de óleo de coco
Opção 4
• Suco com gengibre e óleo de coco: 1 xíc. (chá) de morango fresco ou congelado batido com 2 fatias finas de melão, 1 col. (chá) de gengibre ralado e 1 col. (sopa) de óleo de coco e gelo
• 1 fatia de pão integral na chapa com 1 fatia de queijo branco e orégano
Opção 5
• Suco verde com óleo de coco: 2 rodelas finas de abacaxi batidas com 1/2 maçã com casca, 2 folhas de couve, 1/2 copo (100 ml) de água de coco e 1 col. (sopa) de óleo de coco
• 2 torradas integrais com 1 col. (sobremesa) de creme de ricota
* Café ou chá sem açúcar à vontade (se quiser, use adoçante)
Lanche da manhã
Opção 1
• 1 porção de fruta (1 pera ou 1 goiaba ou 1 maçã ou 10 uvas)
Opção 2
• 1 barrinha de semente de gergelim ou de linhaça
• 1 copo (200 ml) de água de coco
Opção 3
• 1 barrinha de cereais integrais light
• 1 xíc. (chá) de ervas (hortelã, cidreira, hibisco) quente ou gelado
Opção 4
• 2 cookies integrais diet pequenos
• 1 copo (200 ml) de água de coco
Opção 5
• 1 caixinha (200 ml) de suco à base de soja light
Almoço
Opção 1
• Salada de folhas verdes (alface, agrião, rúcula, mostarda), 1 col. (sopa) de rabanete ralado e 3 rodelas de tomate**
• 2 col. (sopa) de arroz integral
• 2 col. (sopa) de feijão
• 1 filé (120 g) de frango grelhado ou assado
Opção 2
• Salada de folhas, 2 col. (sopa) de cenoura ralada, 2 buquês de brócolis no vapor e 1 ovo cozido
• 2 col. (sopa) de purê de mandioquinha (ou de mandioquinha cozida)
• 1 col. (sopa) de lentilha (ou grão-de-bico)
• 1 filé (120 g) de peixe assado
Opção 3
• Salada de folhas verdes, 1 col. (sopa) de legumes variados cozidos, 1 col. (sopa) de grão-de-bico e 3 rodelas de tomate
• 1 col. (sopa) de couve refogada
• 1 batata média cozida
• 1 filé (100 g) de carne magra (patinho, alcatra) grelhada ou assada
Opção 4
• Salada de folhas e 1 col. (sopa) de beterraba ralada (ou rabanete) e 1 col. (sopa) de cenoura ralada
• 2 col. (sopa) de arroz integral
• 2 col. (sopa) de lentilha (ou feijão)
• 1 hambúrguer (100 g) de soja ou carne magra grelhado
Opção 5
• Salada de folhas, 5 buquês de brócolis no vapor, 1/2 tomate picado e 1 ovo cozido em rodelas
• 1 pegador de macarrão integral com 2 col. (sopa) de molho de tomate (ou 1 col./sopa de molho à bolonhesa)
Lanche da tarde
Opção 1
• Suco de melancia com óleo de coco: 1 fatia grande de melancia batida com hortelã e 1 col. (sopa) de óleo de coco
• 1 col. (sopa) de semente de girassol (ou 4 amêndoas)
Opção 2
• 1 pote de iogurte desnatado com 1 col. (sopa) de óleo de coco e 1 pitada de canela em pó
Opção 3
• 1 fatia de pão integral light com 1 col. (sopa) de óleo de coco em pasta (espalhe o óleo no pão como se fosse manteiga)
Opção 4
• 1 pedaço de bolo de chocolate com óleo de coco (veja receita)
Opção 5
• 1 pera (ou 1 maçã) cozida ou aquecida no micro-ondas com 1 col. (sopa) de óleo de coco e polvilhada com canela em pó
Jantar
Opção 1
• Salada de folhas verdes, 4 col. (sopa) de legumes (abóbora, chuchu, cenoura, vagem) cozidos, 4 col. (sopa) de atum light e 1 col. (sopa) de molho de óleo de coco para salada (veja receita)
Opção 2
• Salada de folhas verdes polvilhada com 1 col. (sopa) de farofa de coco (veja receita)
• 2 ovos mexidos com espinafre e cebola preparado com 1 col. (sopa) de óleo de coco
Opção 3
• Salada de folhas verdes com 1/2 pepino em rodelas e 1/2 tomate picado
• 1/2 batata-doce média assada com alecrim, sal e 1 fio de azeite extravirgem
• 1 filé (100 g) de frango cozido com pimentão, cebola, cenoura, vagem e 1 col. (sopa) de shoyu (molho de soja) e 1 col. (sopa) do óleo de coco
Opção 4
• Salada de folhas verdes, 1 col. (sopa) de ervilha fresca cozida, 1 col. (sopa) de cenoura ralada e 1 col. (sopa) de molho de óleo de coco para salada (veja receita)
• 1 filé (100 g) de peixe assado com brócolis, cebola, tomate picado e suco de 1/2 limão
Opção 5
• 1 prato (sobremesa) de escarola crua picada com 3 tomates-cereja, 2 buquês de couve-flor no vapor e 1 col. (sobremesa) de molho de óleo de coco para salada (veja receita)
• 2 col. (sopa) de berinjela refogada com alho, cebola e tomate
• 1 hambúrguer (80 g) de frango (ou de peru) grelhado e coberto com molho de tomate e 1 fatia fina de mussarela light (ou queijo branco)
Ceia
• 1 xíc. de chá de ervas (melissa, camomila, erva-doce, erva-cidreira ou passiflora) quente ou gelado
**Tempere a salada com 1 col. (sopa) de azeite extravirgem, limão e sal a gosto.
Molho para salada
• 1/4 de xíc. (chá) de óleo de coco extravirgem
• 1/4 de xíc. (chá) de azeite extravirgem
• 1/4 de xíc. (chá) de vinagre de maçã (ou suco de limão)
• 1 col. (sopa) de água
• 1/2 col. (sopa) de sal
• 1 col. (café) de cúrcuma (opcional)
• 1 pitada de pimenta-do-reino
Modo de fazer
Junte todos os ingredientes em uma tigela e misture bem. Deixe descansar em temperatura ambiente por uma hora e, depois, guarde na geladeira. O molho pode ficar consistente sob refrigeração, por isso, retire da geladeira uma hora antes de servir ou aqueça no micro-ondas.
Rende: 20 colheres de sopa
Calorias por colher: 43
Farofa de coco
• 1 col. (sopa) de farinha de coco
• 1 col. (sopa) de gersal (gergelim tostado com sal e triturado)
• 1 col. (chá) de salsa picada
• 1 col. (café) de cúrcuma (opcional)
• 1 col. (chá) de orégano
• 1 pitada de pimenta-do-reino
Modo de fazer
Misture todos os ingredientes. Use para polvilhar a salada.
Rende: 3 colheres de sopa
Calorias por colher: 36
Bolo de chocolate com óleo de coco
• 2 col. (sopa) de cacau em pó (ou um pouco mais, se você gostar do sabor mais forte)
• 1/2 xíc. (chá) de óleo de coco extravirgem
• 1/2 xíc. (chá) de xarope de agave (à venda em lojas de produtos naturais) ou mel
• 1/4 de xíc. (chá) de coco ralado sem açúcar
• 1 col. (chá) de essência de baunilha
Modo de fazer
Coloque os ingredientes em uma tigela média e misture bem até ficar uma massa homogênea. Pressione em uma tigela rasa de vidro e leve à geladeira por duas horas. Outra opção é colocar a massa em copinhos e comer a temperatura ambiente, como se fosse um mousse.
Rende: 8 porções
Calorias por porção: 162
O coco em outros formatos
Mais derivados do fruto que podem dar uma força para a dieta
• Água de coco: retirada do fruto ainda verde, ela hidrata o organismo no primeiro gole. Com uma composição semelhante ao plasma sanguíneo, é facilmente levada para dentro das células. O que isso tem a ver com perda de peso? Evita a retenção de líquido. Mais ainda: bem hidratada, você rende o dobro nos exercícios e emagrece mais facilmente. Por ter vitamina E, antioxidante capaz de combater o excesso de radicais livres, a água de coco também vale por um cosmético rejuvenescedor. E é levinha: um copo (250 ml) tem 55 calorias.
• Farinha de coco: extraída da película marrom que faz parte da casca do coco, mais um pouco da polpa seca, a farinha tem menos ácido láurico que o óleo, mas também é capaz de manter o intestino saudável. Outra vantagem para a dieta: uma colher de sopa da farinha (10 gramas, 24 calorias) tem 2,5 gramas de fibras e, por isso, ajuda a saciar. Pode ser usada pura, misturada no suco ou polivilhada na fruta ou, ainda, substituir parcialmente a farinha de trigo no preparo de pães, bolos e tortas.
Você tem alguma dúvida?
A nutricionista Natália Colombo responde às perguntas sobre o uso do óleo de coco enviadas pelas leitoras de BOA FORMA. Você vai saber tudo sobre esse alimento
P. Quantas colheres de óleo de coco devo consumir para emagrecer?
R. De duas a quatro colheres de sopa por dia. Foi a quantidade utilizada pelos voluntários que participaram dos estudos científicos que avaliaram o poder do óleo de coco na perda de peso. Mais do que isso, ele pode engordar, principalmente se você não seguir uma dieta com poucas calorias e fugir dos exercícios. Lembre-se de que o óleo de coco é fonte de gordura e, por isso, não é magro: tem 90 calorias em uma colher de sopa.
P. Por ser gorduroso, ele pode fazer o intestino desandar?
R. Sim. Por isso, é importante ficar atenta à resposta do seu organismo. Melhor ainda: comece consumindo uma colher de sopa por dia e, aos poucos, vá aumentando essa quantidade até chegar a três colheres, no máximo quatro.
P. No frio, o óleo vira uma pasta. Ele pode ser consumido assim?
R. Como você preferir - em pasta ou líquido, o efeito na perda de peso é o mesmo. Em pasta, porém, fica fácil encher a colher e passar da medida. Mas você pode resolver o problema usando a colher sempre rasa. O óleo consistente pode ser passado no pão no lugar da manteiga ou batido no suco. Vai misturá-lo direto na salada, no iogurte e na fruta? Nesse caso, é melhor o óleo líquido. Para isso, basta aquecê-lo rapidamente no fogo em banho-maria ou no micro-ondas (a partir de 22 ºC, ele já fica líquido), sem o risco de ter as propriedades terapêuticas alteradas.
P. É melhor consumir o óleo sozinho?
R. Ele pode ser consumido puro, mas não é uma regra. Aliás, o sabor fica mais suave quando associado a outros alimentos. Há outras vantagens: consumido nas refeições, o óleo de coco sacia mais e reduz o índice glicêmico do prato, fazendo com que até o pão e o macarrão ofereçam menos risco à balança. Essa ação também deixa você sem fome por mais tempo e mais propensa a seguir a dieta.
P. Que tipo é melhor: refinado ou extravirgem?
R. Existem os dois no mercado. Porém, apenas o extravirgem oferece todos os benefícios citados nesta reportagem. Prensado a frio, ele preserva todas as propriedades nutricionais e terapêuticas do fruto.
P. Posso tomar cápsula no lugar do óleo?
R. Ainda não existem estudos avaliando o efeito do óleo de coco em cápsula. De qualquer maneira, a recomendação para a perda de peso é de duas a quatro colheres de sopa do óleo por dia ou cerca de 30 gramas. Para atingir essa quantidade em cápsula, você precisa tomar 30 unidades (cada uma tem 1 grama de óleo de coco). É muita cápsula para qualquer pessoa engolir, além de ficar caro.
P. Ele pode ser usado no preparo da comida, no lugar do óleo tradicional?
R. Sim. Aliás, o óleo de coco é considerado o mais saudável para cozinhar. Isso porque ele é composto de gordura saturada que se mantêm estável mesmo quando submetida a altas temperaturas. Já os óleos vegetais poli-insaturados, como o de soja, milho, girassol e canola, sofrem alterações durante o aquecimento, o que faz com que apresentem níveis de gordura trans no final do cozimento.
P. Ele altera o sabor da comida?
R. Apesar de ter um sabor suave de coco, pode ser um problema para quem não gosto do fruto. Se for seu caso, use o óleo em pequenas quantidades no preparo da comida, deixando para colocar uma porção maior no suco ou na fruta.
P. O leite de coco proporciona os mesmos benefícios que o óleo?
R. Não. Apesar dos dois serem extraídos do coco, o leite não tem as propriedades terapêuticas do óleo. Se você é fã do leite de coco, até pode usá-lo nas receitas junto com o óleo, mas prefira a versão light (44 calorias - o tradicional tem 87 - em 50 mililitros) e acrescente muito pouco.
P. Como deve ser armazenado?
R. Em um vidro bem fechado, longe da luz e do calor. Não é precisa ficar na geladeira.
P. É verdade que a pele e o cabelo ficam mais bonitos?
R. Sim. O óleo de coco tem substâncias emolientes, além de vitamina E que combate o excesso de radicais livres - os inimigos da pele lisa e do cabelo saudável. Você também pode usá-lo como um reparador dos fios, passando um pequena quantidade na ponta deles.
P. Tem alguma contra-indicação?
R. Não. O único cuidado é iniciar o consumo gradualmente, evitando que ele estimule excessivamente o intestino.
P. Onde é encontrado à venda?
R. Em casas de produtos naturais e até supermercados, a um preço médio de 50 reais o frasco de 500 mililitros.
Fonte: Revista Boa Forma/2012
Sandra Silva
sábado, 28 de janeiro de 2012
Índice glicêmico é aliado da dieta
O índice glicêmico é aliado da dieta
Conhecê-lo auxilia na perda de peso e ajuda a controlar a gula
Usado como um aliado de quem pretende controlar aumento de peso, diabetes e doenças cardiovasculares, o índice glicêmico (IG) ganha popularidade cada vez maior no Brasil. Se antes ele estava restrito a conversas entre profissionais da saúde, hoje em dia os fabricantes até já cogitam incluir essa informação nos rótulos dos produtos.
Enquanto isso não acontece, aproveite o tempo para ir se familiarizando com mais este indicador nutricional. "Ele mede a velocidade com que os níveis de insulina aumentam em resposta à rapidez com que a glicose entra na corrente sangüínea",explica a nutricionista Juliet Marzalek, de Curitiba, especialista em nutrição clínica.
Para entender melhor o que isso quer dizer, basta olhar para o seu prato de comida. Grande parte dos alimentos, em especial os carboidratos, são transformados em glicose no organismo -- e glicose nada mais é do que um tipo de açúcar, usado como fonte de energia por todos os nossos órgãos. A insulina, hormônio produzido pelo pâncreas, é que transporta a glicose pelo sangue até as células e mantém os níveis de açúcar estáveis.
Os alimentos estão divididos em três categorias de índice glicêmico: baixo (IG menor ou igual a 55); médio ( IG de 56 a 69) e alto (maior ou igual a 70). "Quanto maior a quantidade de insulina exigida para que o alimento seja metabolizado, maior é seu IG" , explica Juliet. Ou seja, o índice revela a velocidade com que cada guloseima será absorvida pelo organismo.
Separe os alimentos
A lista de alto índice glicêmico inclui açúcar refinado, arroz branco, batata, banana e receitas que levam farinha de trigo todos eles fazem a glicose entrar a todo vapor no sangue. O pâncreas é superexigido e obrigado a produzir uma dose extra de insulina de uma vez só.
Dessa forma, o alimento é metabolizado rapidamente. É nesse ciclo que mora a resposta para o aumento de peso. "Os picos de insulina fazem você engordar porque o carboidrato ingerido transforma-se mais intensamente em gordura" , explica a nutricionista do Minha Vida, Roberta Stella.
A rápida absorção da glicose provoca uma queda acentuada do açúcar no sangue. Isso gera um estímulo para o cérebro, que responde com a fome. O resultado é que você come mais. "Se você come alimentos de alto IG e não queima calorias praticando exercícios, vai ganhar peso" , diz a nutricionista de Curitiba.
Por outro lado, os alimentos considerados de baixo índice glicêmico, cujo valor é próximo ou abaixo de 50, englobam arroz integral, a farinha integral, cereais, leguminosas (feijão, soja, lentilha e ervilha) e a maior parte das frutas. Ricos em fibras, eles retardam a absorção de açúcar e provocam uma metabolização lenta e gradual, garantindo saciedade por um período mais longo.
Mas isso não quer dizer que um cardápio de alto IG é um tremendo bandido. Após um treino longo de mais de uma hora de duração, por exemplo, a nutricionista Juliet explica que é fundamental comer alguma coisa que seja rapidamente metabolizada. "Isso é fundamental para dar energia ao organismo, que responde com a queima de gordura e poupa a queima de massa muscular. Desta forma, o metabolismo fica "esperto" para manter o peso. Com o abastecimento, ele entende que não precisa fazer estoque", explica.
Na hora do lanchinho da tarde opte pelos itens com baixo IG. "Uma fruta com casa (rica em fibras, um iogurte ou três biscoitos integrais", aconselha Juliet. Se você está há muitas horas sem comer e acha que pode compensar nochocolate, engana-se. O ciclo se repete. O açúcar do doce vai pedir mais insulina, ser rapidamente absorvido e a fome vai aparecer logo. "Se for comer um doce, o melhor horário é após uma refeição equilibrada com muitas fibras (após o almoço, por exemplo) assim ele será metabolizado de forma suave", diz a nutricionista.
Mágica culinária
Existem maneiras de reduzir o índice glicêmico de certos alimentos, com a mudança do seu modo de preparo. Imagine comer no almoço uma grande batata assada que tem um IG alto, além das gorduras do recheio.
Para dar uma suavizada, basta optar por um legume menor e sem recheio, mas acompanhada de couve-flor, um peixe e um pouco de azeite de oliva extra-virgem. As fibras das hortaliças e as gorduras não-saturadas do peixe e do azeite de oliva fazem com que a batata seja absorvida mais lentamente. Vários fatores, em conjunto, como o tipo de carboidrato (descubra as diferenças entre os carboidratos simples e complexos), fibras, proteína, gordura e modo de preparo determinam o Índice Glicêmico das refeições.
Equilibre o IG
Veja a tabela e conte com ela para montar pratos que vão matar a fome e não a sua auto-estima diante da balança.
Alimentos com alto Índice Glicêmico
Gatorade - 91
Batata Assada - 85
Flocos de Milho ½ xícara - 84
Bolo de Arroz - 82
Batata-inglesa assada em microondas - 82
Bala jujuba - 80
Wafers de baunilha - 77
Creme de trigo instantâneo - 74
Mel - 73
Melancia 1 fatia média - 72
Pão branco 1 fatia média - 70
Pão de trigo integral 1 fatia média - 69
Farelo de Trigo - 69
Refrigerante Fanta - 68
Chocolate - 68
Cuscuz - 65
Açúcar - 65
Passas 1 colher de sopa - 64
Sorvete 61
Moderado
Suco de Laranja 3/4 de copo - 57
Batata Cozida - 56
Arroz Branco - 56
Arroz Integral - 55
Pipoca - 55
Milho - 55
Batata-doce - 54
Banana bem madura 1 unidade - 52
Ervilhas verdes - 48
Feijões cozidos - 48
Arroz branco parboilizado - 47
Sopa de Lentilhas - 44
Laranja 1 unidade média - 43
Espaguete (sem molho) - 41
Pão de Centeio Integral 1 fatia - 41
Suco de Maçã (sem açúcar) 3/4 de copo - 41
Baixo
Maçã 1 unidade média - 36
Pêra 1 unidade média - 36
Iogurte com frutas desnatado - 33
Grão-de-bico - 33
Leite desnatado - 32
Banana Verde 1 unidade média - 30
Lentilhas - 29
Feijões - 27
Leite Integral - 27
Frutose (açúcar da fruta) - 23
Fonte: Minha vida /2012
Conhecê-lo auxilia na perda de peso e ajuda a controlar a gula
Usado como um aliado de quem pretende controlar aumento de peso, diabetes e doenças cardiovasculares, o índice glicêmico (IG) ganha popularidade cada vez maior no Brasil. Se antes ele estava restrito a conversas entre profissionais da saúde, hoje em dia os fabricantes até já cogitam incluir essa informação nos rótulos dos produtos.
Enquanto isso não acontece, aproveite o tempo para ir se familiarizando com mais este indicador nutricional. "Ele mede a velocidade com que os níveis de insulina aumentam em resposta à rapidez com que a glicose entra na corrente sangüínea",explica a nutricionista Juliet Marzalek, de Curitiba, especialista em nutrição clínica.
Para entender melhor o que isso quer dizer, basta olhar para o seu prato de comida. Grande parte dos alimentos, em especial os carboidratos, são transformados em glicose no organismo -- e glicose nada mais é do que um tipo de açúcar, usado como fonte de energia por todos os nossos órgãos. A insulina, hormônio produzido pelo pâncreas, é que transporta a glicose pelo sangue até as células e mantém os níveis de açúcar estáveis.
Os alimentos estão divididos em três categorias de índice glicêmico: baixo (IG menor ou igual a 55); médio ( IG de 56 a 69) e alto (maior ou igual a 70). "Quanto maior a quantidade de insulina exigida para que o alimento seja metabolizado, maior é seu IG" , explica Juliet. Ou seja, o índice revela a velocidade com que cada guloseima será absorvida pelo organismo.
Separe os alimentos
A lista de alto índice glicêmico inclui açúcar refinado, arroz branco, batata, banana e receitas que levam farinha de trigo todos eles fazem a glicose entrar a todo vapor no sangue. O pâncreas é superexigido e obrigado a produzir uma dose extra de insulina de uma vez só.
Dessa forma, o alimento é metabolizado rapidamente. É nesse ciclo que mora a resposta para o aumento de peso. "Os picos de insulina fazem você engordar porque o carboidrato ingerido transforma-se mais intensamente em gordura" , explica a nutricionista do Minha Vida, Roberta Stella.
A rápida absorção da glicose provoca uma queda acentuada do açúcar no sangue. Isso gera um estímulo para o cérebro, que responde com a fome. O resultado é que você come mais. "Se você come alimentos de alto IG e não queima calorias praticando exercícios, vai ganhar peso" , diz a nutricionista de Curitiba.
Por outro lado, os alimentos considerados de baixo índice glicêmico, cujo valor é próximo ou abaixo de 50, englobam arroz integral, a farinha integral, cereais, leguminosas (feijão, soja, lentilha e ervilha) e a maior parte das frutas. Ricos em fibras, eles retardam a absorção de açúcar e provocam uma metabolização lenta e gradual, garantindo saciedade por um período mais longo.
Mas isso não quer dizer que um cardápio de alto IG é um tremendo bandido. Após um treino longo de mais de uma hora de duração, por exemplo, a nutricionista Juliet explica que é fundamental comer alguma coisa que seja rapidamente metabolizada. "Isso é fundamental para dar energia ao organismo, que responde com a queima de gordura e poupa a queima de massa muscular. Desta forma, o metabolismo fica "esperto" para manter o peso. Com o abastecimento, ele entende que não precisa fazer estoque", explica.
Na hora do lanchinho da tarde opte pelos itens com baixo IG. "Uma fruta com casa (rica em fibras, um iogurte ou três biscoitos integrais", aconselha Juliet. Se você está há muitas horas sem comer e acha que pode compensar nochocolate, engana-se. O ciclo se repete. O açúcar do doce vai pedir mais insulina, ser rapidamente absorvido e a fome vai aparecer logo. "Se for comer um doce, o melhor horário é após uma refeição equilibrada com muitas fibras (após o almoço, por exemplo) assim ele será metabolizado de forma suave", diz a nutricionista.
Mágica culinária
Existem maneiras de reduzir o índice glicêmico de certos alimentos, com a mudança do seu modo de preparo. Imagine comer no almoço uma grande batata assada que tem um IG alto, além das gorduras do recheio.
Para dar uma suavizada, basta optar por um legume menor e sem recheio, mas acompanhada de couve-flor, um peixe e um pouco de azeite de oliva extra-virgem. As fibras das hortaliças e as gorduras não-saturadas do peixe e do azeite de oliva fazem com que a batata seja absorvida mais lentamente. Vários fatores, em conjunto, como o tipo de carboidrato (descubra as diferenças entre os carboidratos simples e complexos), fibras, proteína, gordura e modo de preparo determinam o Índice Glicêmico das refeições.
Equilibre o IG
Veja a tabela e conte com ela para montar pratos que vão matar a fome e não a sua auto-estima diante da balança.
Alimentos com alto Índice Glicêmico
Gatorade - 91
Batata Assada - 85
Flocos de Milho ½ xícara - 84
Bolo de Arroz - 82
Batata-inglesa assada em microondas - 82
Bala jujuba - 80
Wafers de baunilha - 77
Creme de trigo instantâneo - 74
Mel - 73
Melancia 1 fatia média - 72
Pão branco 1 fatia média - 70
Pão de trigo integral 1 fatia média - 69
Farelo de Trigo - 69
Refrigerante Fanta - 68
Chocolate - 68
Cuscuz - 65
Açúcar - 65
Passas 1 colher de sopa - 64
Sorvete 61
Moderado
Suco de Laranja 3/4 de copo - 57
Batata Cozida - 56
Arroz Branco - 56
Arroz Integral - 55
Pipoca - 55
Milho - 55
Batata-doce - 54
Banana bem madura 1 unidade - 52
Ervilhas verdes - 48
Feijões cozidos - 48
Arroz branco parboilizado - 47
Sopa de Lentilhas - 44
Laranja 1 unidade média - 43
Espaguete (sem molho) - 41
Pão de Centeio Integral 1 fatia - 41
Suco de Maçã (sem açúcar) 3/4 de copo - 41
Baixo
Maçã 1 unidade média - 36
Pêra 1 unidade média - 36
Iogurte com frutas desnatado - 33
Grão-de-bico - 33
Leite desnatado - 32
Banana Verde 1 unidade média - 30
Lentilhas - 29
Feijões - 27
Leite Integral - 27
Frutose (açúcar da fruta) - 23
Fonte: Minha vida /2012
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Dieta da Proteína
DIETA DA PROTEÍNA
A dieta da proteína, difundida pelo Dr. Robert Atkins, é uma dieta hiperprotéica e hiperlipídica (rica em proteínas e gorduras). Segundo o cardiologista Dr. Atkins, o que faz as pessoas engordarem são os carboidratos (arroz, pães, massas, etc) e não as gorduras e proteínas. A dieta do Dr. Atkins visa o emagrecimento por via destes dois macronutrientes, com ingestão de apenas 40g por dia de carboidratos.
Claro que muita gordura, principalmente a saturada (presente nas carnes, frangos, laticínios, óleo de coco, etc) provoca muitos males à saúde como o aumento do LDL-colesterol, o "colesterol ruim", causador da aterosclerose (depósito de gordura nas artérias ou veias causando um "entupimento" destas). Porém, o excesso de proteínas na alimentação, levam estas a se transformarem em gordura, e também causam um aumento de substâncias tóxicas ao organismo (amônia).
Outro fator relevante ao analisar a dieta das proteínas, é o fato de que o cérebro utiliza os carboidratos como fonte de energia, e, na falta destes, o corpo promove uma série de reações, onde o pâncreas libera o hormônio glucagon, para que este aja no tecido adiposo (na gordura depositada no organismo) e assim no fígado este tecido é transformado em glicose.
Bom, se estamos queimando gordura corporal, vamos emagrecer com essa dieta, não é mesmo? Sim, é verdade, a dieta fará perder peso. Mas, outro problema desta dieta é que quando apenas a gordura é utilizada e quebrada para fornecer energia para o cérebro, surgem substâncias chamadas de corpos cetônicos no organismo e o indivíduo entra em estado de "cetose". Isto é, o indivíduo elimina muito destes corpos cetônicos pela urina (cetonúria) e também pelo ar expirado o que causa um forte mau hálito. O excesso de corpos cetônicos no organismo podem provocar intoxicação. Além disso, a falta de glicose no organismo, em casos bem avançados, pode levar a um coma, que ocorre com muitos diabéticos.
Deve-se considerar também, que ao fazer esse tipo de dieta restritiva, a pessoa ao voltar a se alimentar normalmente pode exceder a quantidade de carboidratos na alimentação, devido ao tempo que ficou privada destes, e acaba engordando mais que antes da dieta.
Por todos estes fatores acima relacionados, deve-se avaliar se vale mesmo a pena aderir a este tipo de dieta "milagrosa", que pode ter vários efeitos colaterais, ou se o melhor mesmo é fazer uma reeducação alimentar, com uma dieta equilibrada em todos os nutrientes (carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas e minerais) e atividade física regular.
Fonte: http://pt.shvoong.com/medicine-and-health
Sandra Silva - Personal Trainer - cref 03124-G/SP
A dieta da proteína, difundida pelo Dr. Robert Atkins, é uma dieta hiperprotéica e hiperlipídica (rica em proteínas e gorduras). Segundo o cardiologista Dr. Atkins, o que faz as pessoas engordarem são os carboidratos (arroz, pães, massas, etc) e não as gorduras e proteínas. A dieta do Dr. Atkins visa o emagrecimento por via destes dois macronutrientes, com ingestão de apenas 40g por dia de carboidratos.
Claro que muita gordura, principalmente a saturada (presente nas carnes, frangos, laticínios, óleo de coco, etc) provoca muitos males à saúde como o aumento do LDL-colesterol, o "colesterol ruim", causador da aterosclerose (depósito de gordura nas artérias ou veias causando um "entupimento" destas). Porém, o excesso de proteínas na alimentação, levam estas a se transformarem em gordura, e também causam um aumento de substâncias tóxicas ao organismo (amônia).
Outro fator relevante ao analisar a dieta das proteínas, é o fato de que o cérebro utiliza os carboidratos como fonte de energia, e, na falta destes, o corpo promove uma série de reações, onde o pâncreas libera o hormônio glucagon, para que este aja no tecido adiposo (na gordura depositada no organismo) e assim no fígado este tecido é transformado em glicose.
Bom, se estamos queimando gordura corporal, vamos emagrecer com essa dieta, não é mesmo? Sim, é verdade, a dieta fará perder peso. Mas, outro problema desta dieta é que quando apenas a gordura é utilizada e quebrada para fornecer energia para o cérebro, surgem substâncias chamadas de corpos cetônicos no organismo e o indivíduo entra em estado de "cetose". Isto é, o indivíduo elimina muito destes corpos cetônicos pela urina (cetonúria) e também pelo ar expirado o que causa um forte mau hálito. O excesso de corpos cetônicos no organismo podem provocar intoxicação. Além disso, a falta de glicose no organismo, em casos bem avançados, pode levar a um coma, que ocorre com muitos diabéticos.
Deve-se considerar também, que ao fazer esse tipo de dieta restritiva, a pessoa ao voltar a se alimentar normalmente pode exceder a quantidade de carboidratos na alimentação, devido ao tempo que ficou privada destes, e acaba engordando mais que antes da dieta.
Por todos estes fatores acima relacionados, deve-se avaliar se vale mesmo a pena aderir a este tipo de dieta "milagrosa", que pode ter vários efeitos colaterais, ou se o melhor mesmo é fazer uma reeducação alimentar, com uma dieta equilibrada em todos os nutrientes (carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas e minerais) e atividade física regular.
Fonte: http://pt.shvoong.com/medicine-and-health
Sandra Silva - Personal Trainer - cref 03124-G/SP
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Dicas óleo de linhaça
O Poder de Cura da Linhaça
Saiba mais sobre os Ácidos Graxos Ômega-3.
As diferenças entre Óleo de Semente de Linhaça e Óleo de Peixe e por que ambos são bons.
QUAL A DIFERENÇA ENTRE O ÓLEO DE SEMENTE DE LINHAÇA E O ÓLEO DE PEIXE?
O ALA¹, um dos principais compostos da família ômega-3, é encontrado naturalmente nos cloroplastos (organelas que contêm clorofila) das células de vegetais verdes. Quando os herbívoros (animais que se alimentam de vegetais) consomem plantas verdes, parte do ALA é convertida pelas enzimas tissulares em EPA² e DHA³. Cada um dos ácidos graxos ômega-3 — ALA, EPA e
DHA - desempenha um papel valioso na nutrição humana.
________________________________________________________________________________
ALA¹: (Alpha-linolenic acid) - Ácido alfa-linolênico
EPA²: (Eicosapentaenoic acid) - Ácido eicosapentaenóico
DHA³: (Docosahexaenoic acid) - Ácido docosahexaenóico
É importante notar que a eficiência da conversão pode ser reduzida devido a fatores controláveis que interferem na atividade das enzimas envolvidas na conversão:
+ Alta ingestão de ácidos graxos ômega-6
+ Consumo significativo de álcool
+ Deficiência de cofactores enzimáticos - vitaminas B3, B6 e C, zinco e magnésio
+ Ácidos graxos trans de alimentos fritos e óleos hidrogenados
Contudo, as pesquisas indicam que, mesmo sem o suporte enzimático, a quantidade de ALA em duas colheres de sopa de óleo de semente de linhaça diariamente pode ser convertida em quantidades de EPA e DHA suficientes para atender às necessidades complementares desses ácidos graxos na manutenção da saúde.
Óleo de semente de Linhaça
+ Não processado
+ Orgânico
+ Livre de poluentes
+ Três ligações insaturadas por molécula ácido graxo que podem ser oxidadas.
[Prefira o óleo de linhaça mais fresco que puder obter.]
+ Fonte renovável e sustentável
Óleo de Peixe
+ Altamente processado
+ Precisa ser testado em laboratório para descartar a presença de poluentes detectáveis
+ Cinco ou seis ligações por molécula que podem ser oxidadas. Mais vulnerável que ALA.
+ Fonte em declínio; difícil de renovar
O ALA PRECISA SER CONVERTIDO EM EPA E DHA PARA TER VALOR?
A resposta é “não necessariamente”. Em uma série de estudos sobre o risco de câncer de mama, quanto maior a concentração de ALA no tecido mamário, menor o risco de manifestação de câncer de mama. Além disso, se o câncer de mama ocorrer, quanto maior a concentração de ALA no tecido mamário, menor o risco de metástase cancerígena para outras partes do corpo.
OS ÓLEOS DE SEMENTE DE LINHAÇA E DE PEIXE SÃO IGUALMENTE SEGUROS?
Aqui há uma diferença entre os óleos de linhaça e de peixe. O óleo de semente de linhaça é obtido através da simples extração do óleo das sementes orgânicas. O óleo de peixe é obtido através da destilação a vapor do peixe, além da limpeza e desodorização do óleo extraído. Portanto, o óleo de peixe é um produto mais processado do que o óleo de linhaça. Além disso, algumas fontes inferiores de óleo de peixe podem apresentar poluentes da água do mar. Para garantir a segurança, é importante comprar seu óleo de peixe de fabricantes confiáveis que testam lotes rotineiramente junto a laboratórios competentes como os óleos de peixe Barlean's Fresh Catch.
QUAL A EFICÁCIA DO ALA DO ÓLEO DE SEMENTE DE LINHAÇA EM COMPARAÇÃO AO EPA E AO DHA DO ÓLEO DE PEIXE?
A resposta depende do problema de saúde em questão.
Tanto o ALA quanto o EPA/DHA têm mostrado benefícios expressivos quanto à redução de problemas cardiovasculares (incluindo pressão alta, ataque cardíaco e AVC), transtornos de humor (como depres¬são), distúrbio de déficit de atenção, processos inflamatórios, diabetes, e uma série de outras doenças. Substituir o azeite de oliva e o óleo de milho pelo óleo de semente de linhaça pode produzir efeitos favoráveis que são praticamente equivalentes aos do óleo de peixe, uma vez que eles reduzem os níveis de lipídios no sangue, melhorando o fluxo sanguíneo e a circulação.
Quanto a mulheres grávidas e lactantes, talvez seja prudente usar um óleo de peixe rico em DHA (livre de contaminantes detectáveis) isolado ou combinado com óleo de linhaça, para garantir o desenvolvimento estrutural ideal dos tecidos do cérebro e da retina de fetos e crianças recém-nascidas. As mães podem voltar à linhaça após o período de amamentação.
Se houver sinal de grave disfunção enzimática e má absorção, como ocorre nas doenças inflamatórias intestinais (doença de Crohn e colite ulcerativa), pre¬fira o óleo de peixe até que a saúde da pessoa melhore e se estabilize. No entanto, para muitos problemas de saúde, os óleos de linhaça e de peixe podem promover benefícios similares. Estudos indicam que o ALA presente na linhaça pode reduzir alguns problemas que o óleo de peixe não consegue, por exemplo, na área de infertilidade masculina e viabilidade espermática.
COMO SE COMPARAM O ÓLEO DE SEMENTE DE LINHAÇA E O ÓLEO DE PEIXE EM RELAÇÃO AO CUSTO?
O óleo de semente de linhaça gera uma significativa economia comparado ao óleo de peixe. O processamento e os testes feitos com o óleo de peixe, extraído de uma fonte já dispendiosa (peixes oceânicos) elevam o custo da produção, o qual é repassado aos consumidores.
QUAL DELES É MAIS FÁCIL DE SER INCORPORADO AO NOSSO AGITADO ESTILO DE VIDA MODERNO?
A boa notícia é que você pode facilmente incorporar qualquer um deles à sua vida diária. Os dois óleos estão disponíveis em cápsulas. Obviamente, a encapsulação é um processamento adicional que envolve um certo custo, onerando assim o valor de varejo ao consumidor. O Óleo de Linhaça, disponível também na forma líquida, tem a vantagem de poder ser facilmente incluído como ingrediente em receitas de deliciosos pratos.
UM LUGAR DE DESTAQUE PARA A LINHAÇA E O PEIXE
Tanto o óleo de semente de linhaça quanto o óleo de peixe ocupam um lugar de grande destaque entre a vasta quantidade de produtos naturais. Prefira o óleo de semente de linhaça orgânico, cru, não refinado e rico em lignanas como, por exemplo, o Óleo de Linhaça Orgânico Rico em Lignanas da Barlean's - o mais puro e saboroso que há.
Dê preferência ao óleo de peixe destilado molecularmente, que tenha grau farmacêutico e seja testado laboratorialmente assim como o Barlean's Fresh Catch Fish Oil. O óleo de peixe da Barlean's é o mais puro, seguro e eficaz que se pode comprar atualmente.
Os consumidores devem consultar um profissional da área da saúde antes de fazer qualquer mudança em sua alimentação ou no uso de suplementos.
Lignanas, O Ingrediente Secreto da Semente de Linhaça
É aqui que o óleo de semente de linhaça e o óleo de peixe diferem sig¬nificativamente. As lignanas são fitonutrientes encontrados na semente de linhaça e no óleo de linhaça que, no cólon, são convertidos em lignanas mamíferas que regulam os efeitos cancerígenos da exposição prolongada ao estrogênio. Além disso, as lignanas têm benefícios adicionais, tais como o suporte nutricional e antioxidante para muitos tecidos e órgãos. O óleo de peixe não contém lignanas. Sendo assim, a presença de lignanas no óleo de semente de linhaça cru, orgânico e não refinado dá a esse produto uma vantagem importante em relação ao óleo de peixe, especialmente no âmbito do câncer de mama.
Considere Esta Comparação Nutricional dos Constituintes:
Óleo de Semente de Linhaça
+ Ácido alfa-linoléico (ALA, um ômega-3) - 56% do óleo
+ Ácido linoléico (LA, um ômega-6) - 15% do óleo
+ Ácido oléico (ômega-9) - 19% do óleo
+ Lignanas (SDG )
Óleo de Peixe
+ Eicosapentaenóico (EPA, um ômega-3)
+ Docosahexaenóico (DHA, um ômega-3)
+ Ácido oléico (ômega-9)
[As porcentagens variam de acordo com os propósitos e especificações do fabricante.]
_________________________________________________________________________________
SDG¹: (Secoisolariciresinol diglycoside) diglicosídeo secoisolariciresinol
Fonte: Carduz
Saiba mais sobre os Ácidos Graxos Ômega-3.
As diferenças entre Óleo de Semente de Linhaça e Óleo de Peixe e por que ambos são bons.
QUAL A DIFERENÇA ENTRE O ÓLEO DE SEMENTE DE LINHAÇA E O ÓLEO DE PEIXE?
O ALA¹, um dos principais compostos da família ômega-3, é encontrado naturalmente nos cloroplastos (organelas que contêm clorofila) das células de vegetais verdes. Quando os herbívoros (animais que se alimentam de vegetais) consomem plantas verdes, parte do ALA é convertida pelas enzimas tissulares em EPA² e DHA³. Cada um dos ácidos graxos ômega-3 — ALA, EPA e
DHA - desempenha um papel valioso na nutrição humana.
________________________________________________________________________________
ALA¹: (Alpha-linolenic acid) - Ácido alfa-linolênico
EPA²: (Eicosapentaenoic acid) - Ácido eicosapentaenóico
DHA³: (Docosahexaenoic acid) - Ácido docosahexaenóico
É importante notar que a eficiência da conversão pode ser reduzida devido a fatores controláveis que interferem na atividade das enzimas envolvidas na conversão:
+ Alta ingestão de ácidos graxos ômega-6
+ Consumo significativo de álcool
+ Deficiência de cofactores enzimáticos - vitaminas B3, B6 e C, zinco e magnésio
+ Ácidos graxos trans de alimentos fritos e óleos hidrogenados
Contudo, as pesquisas indicam que, mesmo sem o suporte enzimático, a quantidade de ALA em duas colheres de sopa de óleo de semente de linhaça diariamente pode ser convertida em quantidades de EPA e DHA suficientes para atender às necessidades complementares desses ácidos graxos na manutenção da saúde.
Óleo de semente de Linhaça
+ Não processado
+ Orgânico
+ Livre de poluentes
+ Três ligações insaturadas por molécula ácido graxo que podem ser oxidadas.
[Prefira o óleo de linhaça mais fresco que puder obter.]
+ Fonte renovável e sustentável
Óleo de Peixe
+ Altamente processado
+ Precisa ser testado em laboratório para descartar a presença de poluentes detectáveis
+ Cinco ou seis ligações por molécula que podem ser oxidadas. Mais vulnerável que ALA.
+ Fonte em declínio; difícil de renovar
O ALA PRECISA SER CONVERTIDO EM EPA E DHA PARA TER VALOR?
A resposta é “não necessariamente”. Em uma série de estudos sobre o risco de câncer de mama, quanto maior a concentração de ALA no tecido mamário, menor o risco de manifestação de câncer de mama. Além disso, se o câncer de mama ocorrer, quanto maior a concentração de ALA no tecido mamário, menor o risco de metástase cancerígena para outras partes do corpo.
OS ÓLEOS DE SEMENTE DE LINHAÇA E DE PEIXE SÃO IGUALMENTE SEGUROS?
Aqui há uma diferença entre os óleos de linhaça e de peixe. O óleo de semente de linhaça é obtido através da simples extração do óleo das sementes orgânicas. O óleo de peixe é obtido através da destilação a vapor do peixe, além da limpeza e desodorização do óleo extraído. Portanto, o óleo de peixe é um produto mais processado do que o óleo de linhaça. Além disso, algumas fontes inferiores de óleo de peixe podem apresentar poluentes da água do mar. Para garantir a segurança, é importante comprar seu óleo de peixe de fabricantes confiáveis que testam lotes rotineiramente junto a laboratórios competentes como os óleos de peixe Barlean's Fresh Catch.
QUAL A EFICÁCIA DO ALA DO ÓLEO DE SEMENTE DE LINHAÇA EM COMPARAÇÃO AO EPA E AO DHA DO ÓLEO DE PEIXE?
A resposta depende do problema de saúde em questão.
Tanto o ALA quanto o EPA/DHA têm mostrado benefícios expressivos quanto à redução de problemas cardiovasculares (incluindo pressão alta, ataque cardíaco e AVC), transtornos de humor (como depres¬são), distúrbio de déficit de atenção, processos inflamatórios, diabetes, e uma série de outras doenças. Substituir o azeite de oliva e o óleo de milho pelo óleo de semente de linhaça pode produzir efeitos favoráveis que são praticamente equivalentes aos do óleo de peixe, uma vez que eles reduzem os níveis de lipídios no sangue, melhorando o fluxo sanguíneo e a circulação.
Quanto a mulheres grávidas e lactantes, talvez seja prudente usar um óleo de peixe rico em DHA (livre de contaminantes detectáveis) isolado ou combinado com óleo de linhaça, para garantir o desenvolvimento estrutural ideal dos tecidos do cérebro e da retina de fetos e crianças recém-nascidas. As mães podem voltar à linhaça após o período de amamentação.
Se houver sinal de grave disfunção enzimática e má absorção, como ocorre nas doenças inflamatórias intestinais (doença de Crohn e colite ulcerativa), pre¬fira o óleo de peixe até que a saúde da pessoa melhore e se estabilize. No entanto, para muitos problemas de saúde, os óleos de linhaça e de peixe podem promover benefícios similares. Estudos indicam que o ALA presente na linhaça pode reduzir alguns problemas que o óleo de peixe não consegue, por exemplo, na área de infertilidade masculina e viabilidade espermática.
COMO SE COMPARAM O ÓLEO DE SEMENTE DE LINHAÇA E O ÓLEO DE PEIXE EM RELAÇÃO AO CUSTO?
O óleo de semente de linhaça gera uma significativa economia comparado ao óleo de peixe. O processamento e os testes feitos com o óleo de peixe, extraído de uma fonte já dispendiosa (peixes oceânicos) elevam o custo da produção, o qual é repassado aos consumidores.
QUAL DELES É MAIS FÁCIL DE SER INCORPORADO AO NOSSO AGITADO ESTILO DE VIDA MODERNO?
A boa notícia é que você pode facilmente incorporar qualquer um deles à sua vida diária. Os dois óleos estão disponíveis em cápsulas. Obviamente, a encapsulação é um processamento adicional que envolve um certo custo, onerando assim o valor de varejo ao consumidor. O Óleo de Linhaça, disponível também na forma líquida, tem a vantagem de poder ser facilmente incluído como ingrediente em receitas de deliciosos pratos.
UM LUGAR DE DESTAQUE PARA A LINHAÇA E O PEIXE
Tanto o óleo de semente de linhaça quanto o óleo de peixe ocupam um lugar de grande destaque entre a vasta quantidade de produtos naturais. Prefira o óleo de semente de linhaça orgânico, cru, não refinado e rico em lignanas como, por exemplo, o Óleo de Linhaça Orgânico Rico em Lignanas da Barlean's - o mais puro e saboroso que há.
Dê preferência ao óleo de peixe destilado molecularmente, que tenha grau farmacêutico e seja testado laboratorialmente assim como o Barlean's Fresh Catch Fish Oil. O óleo de peixe da Barlean's é o mais puro, seguro e eficaz que se pode comprar atualmente.
Os consumidores devem consultar um profissional da área da saúde antes de fazer qualquer mudança em sua alimentação ou no uso de suplementos.
Lignanas, O Ingrediente Secreto da Semente de Linhaça
É aqui que o óleo de semente de linhaça e o óleo de peixe diferem sig¬nificativamente. As lignanas são fitonutrientes encontrados na semente de linhaça e no óleo de linhaça que, no cólon, são convertidos em lignanas mamíferas que regulam os efeitos cancerígenos da exposição prolongada ao estrogênio. Além disso, as lignanas têm benefícios adicionais, tais como o suporte nutricional e antioxidante para muitos tecidos e órgãos. O óleo de peixe não contém lignanas. Sendo assim, a presença de lignanas no óleo de semente de linhaça cru, orgânico e não refinado dá a esse produto uma vantagem importante em relação ao óleo de peixe, especialmente no âmbito do câncer de mama.
Considere Esta Comparação Nutricional dos Constituintes:
Óleo de Semente de Linhaça
+ Ácido alfa-linoléico (ALA, um ômega-3) - 56% do óleo
+ Ácido linoléico (LA, um ômega-6) - 15% do óleo
+ Ácido oléico (ômega-9) - 19% do óleo
+ Lignanas (SDG )
Óleo de Peixe
+ Eicosapentaenóico (EPA, um ômega-3)
+ Docosahexaenóico (DHA, um ômega-3)
+ Ácido oléico (ômega-9)
[As porcentagens variam de acordo com os propósitos e especificações do fabricante.]
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SDG¹: (Secoisolariciresinol diglycoside) diglicosídeo secoisolariciresinol
Fonte: Carduz
domingo, 29 de maio de 2011
Dicas barras Solo
- O que faz com que as Barras Nutricionais SoLo Gi™ sejam diferentes de outras barras nutricionais?
R: As Barras Nutricionais Solo Gi™ são produzidas com Baixo Índice Glicêmico, com um equilíbrio nutricional de proteínas, carboidratos, gordura dietéticas e fibras para prover a melhor combinação de energia contínua e uma elevação mais estável e lenta do açúcar no sangue. Os ingredientes da SoLo incluem: proteínas e soro de soja de alta qualidade; “carboidratos lentos” como aveia, soja e frutas; adoçantes naturalmente mais baixos em teores glicêmicos como xaropes de arroz, mel, frutose e purês de fruta; boas gorduras dietéticas; óleos não hidrogenados e vitaminas e minerais micro-encapsulados. As Barras Nutricionais SoLo Gi™ são uma excelente fonte de proteína, cálcio, fibra e vitaminas e minerais essenciais; não contêm gordura trans, xarope de milho de alto teor de frutose, alcoóis de açúcar (maltitol, lactitol) ou outros adoçantes artificiais (sucralose, Splenda, acesulfame-k).
2- Qual é a importância do Açúcar?
R: Açúcares são combustíveis necessários para o corpo. O sabor doce das barras SoLo Gi™ vem dos sabores naturais de frutas, frutose, mel e xarope de arroz. Estes ingredientes naturais foram testados em laboratório - para garantir a lenta liberação da glicose na circulação sangüínea. É este caráter específico da digestão lenta e de baixos teores glicêmicos presentes na qualidade dos adoçantes usados é que determina a quantidade de açúcar presente em cada barra SoLo Gi™.
3- Por que as Barras Nutricionais SoLo Gi™ contêm mais carboidratos que outras barras?
R: As Barras Nutricionais SoLo Gi™ concentram os “bons carboidratos”. O “bom carboidrato” provê muitas vitaminas, minerais, antioxidantes e fito-químicos importantes para a saúde e bem-estar. Os carboidratos são convertidos em açúcares durante a digestão, a fim de prover a fonte de energia preferida para as células do corpo. Os carboidratos presentes nas Barras Nutricionais SoLo Gi™ incluem aveia, soja e frutas - “carboidratos lentos” que são digeridos e absorvidos lentamente auxiliando na controle de peso de um modo saudável.
4-Por que se deve evitar Alcoóis de Açúcar?
R: Para muitas pessoas, alcoóis de açúcar (maltitol, lactitol, sorbitol, mannitol, erythritol, isomalt) causam câimbras, gases ou diarréia, e também podem elevar o açúcar do sangue e retardar a perda de peso. Todos os produtos SoLo Gi™ são livres de alcoóis de açúcar, assim podem ser desfrutados com confiança e sem peso na consciência.
5- O que é Baixa Nutrição Glicêmica?
R: É manter-se em uma dieta que tenha um baixo impacto de açúcar no sangue. Os carboidratos provêem a fonte de energia preferencial para as células do corpo, através do nível de açúcar no sangue. Administrar o nível de açúcar no sangue é a chave da energia contínua, do controle de peso e de uma vida saudável, porque controla a fome, a energia, o humor. Os cientistas classificam os alimentos baseados na rapidez com que eles afetam o nível de açúcar no sangue usando o Índice Glicêmico (IG) e a Carga Glicêmica (CG).
6- O que é Índice Glicêmico ( IG)?
R: O Índice Glicêmico (IG) é a medida científica que se usa para medir o impacto que um determinado alimento está causando no açúcar do sangue quando comparado à glicose que está na posição 100. Quanto mais alto for o nível de IG de um alimento, mais rápido os carboidrato serão digeridos e impactarão o açúcar do sangue. Para controle de peso, continuidade de energia e manutenção da sensação de saciedade quanto mais baixa e mais lenta for a elevação do açúcar no sangue, melhor.
7- O que é Carga Glicêmica (C G)?
R: A Carga Glicêmica (C G) é uma medida combinada do IG de um alimento e a quantidade de carboidrato presente por porção. A fim de se beneficiar de uma nutrição de baixa carga glicêmica é necessário a quantidade de alimentos ingerida, além do IG. As Barras Nutricionais SoLo Gi™ são um alimento de baixa carga glicêmica muito convenientes porque foram clinicamente testadas para garantir os baixos valores de IG e CG.
O que são “Baixos Teores de IG” e “Baixos Teores de C G” ?
IG Alto: 70 e Acima CG Alto: 20 e Acima
IG Moderado: 56-69 CG Moderado: 11-19 Baixo
IG: 55 ou Abaixo Baixo CG: 10 ou Abaixo
Alimentos com Alto Teor de IG (valores acima de 70) – São digeridos e absorvidos depressa, causando uma rápida e alta elevação do nível de açúcar no sangue e insulina. A insulina transporta o açúcar do sangue causando um pico rápido seguido de uma queda de energia.
Alimentos com Baixo Teor de IG (valores abaixo de 55) – Distribuem-se lentamente e provêem uma liberação gradual do açúcar no sangue. Esta resposta estável provê energia duradoura, sem “pico e queda”, por mais tempo.
8- O que são “Carboidratos Lentos”?
R: Nem todos os carboidratos são criados da mesma maneira. Os carboidratos lentos (de Baixo IG) são digeridos e absorvidos lentamente e pode ajudar a administrar o peso de um modo saudável prevenindo “picos e quedas” de açúcar no sangue.
“Bons Carboidratos”:
• Não aumentam o nível de açúcar no sangue
• Promovem uma gradual liberação de insulina
• Minimizam o armazenamento de gordura
• Facilitam o controle do peso
“Carboidratos Ruins” são os carboidratos refinados encontrados em alimentos altamente processados.
“Carboidratos Ruins”
• Acelera a absorção de açúcar pelo sangue
• Promove a rápida liberação de insulina
• Promove armazenamento de gordura e inibe a queima da gordura
• Facilita o ganho de peso
9- O que é a diferença entre baixos carboidratos e baixo IG?
R: Alguns produtos com baixo teor de carboidratos usam o termo “carboidratos líquidos” ou “impacto líquido” para informar o baixo Índice Glicêmico (IG) do produto. Porém o IG foi criado para medir o impacto do carboidrato contido nos alimentos. Alimentos com baixo teor de carboidratos não podem ser testados ou validados corretamente por um Índice Glicêmico.
Produtos com baixos teores de carboidratos baseiam-se em proteínas ou gorduras como fontes de energia, usando alcoóis de açúcar para adocicar o produto, em uma tentativa de reduzir o efeito da insulina – conhecida como um hormônio de armazenamento de gordura. As dietas baseadas na remoção total dos carboidratos não são consideradas saudáveis ou efetivas â longo prazo. A remoção dos carboidratos elimina muitas vitaminas e outros nutrientes da dieta.
As Barras Nutricionais SoLo Gi™ contêm uma quantidade de carboidrato que é digerido lentamente e metabolizado para prover satisfação contínua sem causar um pico de açúcar no sangue e uma inundação resultante da insulina. As dietas de Baixo IG são baseadas em pesquisas cientificas, sendo uma alternativa mais saudável e sustentável para o controle de peso.
10- As Barras Solo o Gi™ podem ser consumidas por Diabéticos?
R: As Barras Nutricionais SoLo Gi™ são excelentes para diabéticos, porque eles ajudam administrar o açúcar no sangue ao longo do dia. As Barras SoLo Gi são uma opção conveniente e nutricionalmente equilibrada de lanche rápido ou para se comer antes de dormir. Quando consumidas, as Barras Nutricionais SoLo Gi™ não causarão uma elevação na glicose sanguínea em ninguém, incluindo essas pessoas com diabete. Isto ajuda a manter a energia por muito mais tempo e prevenir o efeito “pico e queda” do açúcar no sangue que pode conduzir à necessidade de ingestão de doces, à ingestão exagerada de alimentos e o ganho de peso.
11- Quem pode beneficiar dos Produtos de Nutrição de Baixo Teor Glicêmico Solo Gi™?
• Consumidores Conscientes em Relação à sua Saúde - Escolhas por Alimentos Naturais e Saudáveis
• Pessoas que Precisam fazer Dieta – Sensação de Saciedade por Muito Mais Tempo
• Atletas - Energia Contínua e Aumento de Resistência
• Crianças – Elas irão adorar o sabor numa uma escolha mais saudável
• Diabéticos - Ajuda a manter o nível de açúcar no sangue dentro de uma normalidade
Fonte: Carduz
R: As Barras Nutricionais Solo Gi™ são produzidas com Baixo Índice Glicêmico, com um equilíbrio nutricional de proteínas, carboidratos, gordura dietéticas e fibras para prover a melhor combinação de energia contínua e uma elevação mais estável e lenta do açúcar no sangue. Os ingredientes da SoLo incluem: proteínas e soro de soja de alta qualidade; “carboidratos lentos” como aveia, soja e frutas; adoçantes naturalmente mais baixos em teores glicêmicos como xaropes de arroz, mel, frutose e purês de fruta; boas gorduras dietéticas; óleos não hidrogenados e vitaminas e minerais micro-encapsulados. As Barras Nutricionais SoLo Gi™ são uma excelente fonte de proteína, cálcio, fibra e vitaminas e minerais essenciais; não contêm gordura trans, xarope de milho de alto teor de frutose, alcoóis de açúcar (maltitol, lactitol) ou outros adoçantes artificiais (sucralose, Splenda, acesulfame-k).
2- Qual é a importância do Açúcar?
R: Açúcares são combustíveis necessários para o corpo. O sabor doce das barras SoLo Gi™ vem dos sabores naturais de frutas, frutose, mel e xarope de arroz. Estes ingredientes naturais foram testados em laboratório - para garantir a lenta liberação da glicose na circulação sangüínea. É este caráter específico da digestão lenta e de baixos teores glicêmicos presentes na qualidade dos adoçantes usados é que determina a quantidade de açúcar presente em cada barra SoLo Gi™.
3- Por que as Barras Nutricionais SoLo Gi™ contêm mais carboidratos que outras barras?
R: As Barras Nutricionais SoLo Gi™ concentram os “bons carboidratos”. O “bom carboidrato” provê muitas vitaminas, minerais, antioxidantes e fito-químicos importantes para a saúde e bem-estar. Os carboidratos são convertidos em açúcares durante a digestão, a fim de prover a fonte de energia preferida para as células do corpo. Os carboidratos presentes nas Barras Nutricionais SoLo Gi™ incluem aveia, soja e frutas - “carboidratos lentos” que são digeridos e absorvidos lentamente auxiliando na controle de peso de um modo saudável.
4-Por que se deve evitar Alcoóis de Açúcar?
R: Para muitas pessoas, alcoóis de açúcar (maltitol, lactitol, sorbitol, mannitol, erythritol, isomalt) causam câimbras, gases ou diarréia, e também podem elevar o açúcar do sangue e retardar a perda de peso. Todos os produtos SoLo Gi™ são livres de alcoóis de açúcar, assim podem ser desfrutados com confiança e sem peso na consciência.
5- O que é Baixa Nutrição Glicêmica?
R: É manter-se em uma dieta que tenha um baixo impacto de açúcar no sangue. Os carboidratos provêem a fonte de energia preferencial para as células do corpo, através do nível de açúcar no sangue. Administrar o nível de açúcar no sangue é a chave da energia contínua, do controle de peso e de uma vida saudável, porque controla a fome, a energia, o humor. Os cientistas classificam os alimentos baseados na rapidez com que eles afetam o nível de açúcar no sangue usando o Índice Glicêmico (IG) e a Carga Glicêmica (CG).
6- O que é Índice Glicêmico ( IG)?
R: O Índice Glicêmico (IG) é a medida científica que se usa para medir o impacto que um determinado alimento está causando no açúcar do sangue quando comparado à glicose que está na posição 100. Quanto mais alto for o nível de IG de um alimento, mais rápido os carboidrato serão digeridos e impactarão o açúcar do sangue. Para controle de peso, continuidade de energia e manutenção da sensação de saciedade quanto mais baixa e mais lenta for a elevação do açúcar no sangue, melhor.
7- O que é Carga Glicêmica (C G)?
R: A Carga Glicêmica (C G) é uma medida combinada do IG de um alimento e a quantidade de carboidrato presente por porção. A fim de se beneficiar de uma nutrição de baixa carga glicêmica é necessário a quantidade de alimentos ingerida, além do IG. As Barras Nutricionais SoLo Gi™ são um alimento de baixa carga glicêmica muito convenientes porque foram clinicamente testadas para garantir os baixos valores de IG e CG.
O que são “Baixos Teores de IG” e “Baixos Teores de C G” ?
IG Alto: 70 e Acima CG Alto: 20 e Acima
IG Moderado: 56-69 CG Moderado: 11-19 Baixo
IG: 55 ou Abaixo Baixo CG: 10 ou Abaixo
Alimentos com Alto Teor de IG (valores acima de 70) – São digeridos e absorvidos depressa, causando uma rápida e alta elevação do nível de açúcar no sangue e insulina. A insulina transporta o açúcar do sangue causando um pico rápido seguido de uma queda de energia.
Alimentos com Baixo Teor de IG (valores abaixo de 55) – Distribuem-se lentamente e provêem uma liberação gradual do açúcar no sangue. Esta resposta estável provê energia duradoura, sem “pico e queda”, por mais tempo.
8- O que são “Carboidratos Lentos”?
R: Nem todos os carboidratos são criados da mesma maneira. Os carboidratos lentos (de Baixo IG) são digeridos e absorvidos lentamente e pode ajudar a administrar o peso de um modo saudável prevenindo “picos e quedas” de açúcar no sangue.
“Bons Carboidratos”:
• Não aumentam o nível de açúcar no sangue
• Promovem uma gradual liberação de insulina
• Minimizam o armazenamento de gordura
• Facilitam o controle do peso
“Carboidratos Ruins” são os carboidratos refinados encontrados em alimentos altamente processados.
“Carboidratos Ruins”
• Acelera a absorção de açúcar pelo sangue
• Promove a rápida liberação de insulina
• Promove armazenamento de gordura e inibe a queima da gordura
• Facilita o ganho de peso
9- O que é a diferença entre baixos carboidratos e baixo IG?
R: Alguns produtos com baixo teor de carboidratos usam o termo “carboidratos líquidos” ou “impacto líquido” para informar o baixo Índice Glicêmico (IG) do produto. Porém o IG foi criado para medir o impacto do carboidrato contido nos alimentos. Alimentos com baixo teor de carboidratos não podem ser testados ou validados corretamente por um Índice Glicêmico.
Produtos com baixos teores de carboidratos baseiam-se em proteínas ou gorduras como fontes de energia, usando alcoóis de açúcar para adocicar o produto, em uma tentativa de reduzir o efeito da insulina – conhecida como um hormônio de armazenamento de gordura. As dietas baseadas na remoção total dos carboidratos não são consideradas saudáveis ou efetivas â longo prazo. A remoção dos carboidratos elimina muitas vitaminas e outros nutrientes da dieta.
As Barras Nutricionais SoLo Gi™ contêm uma quantidade de carboidrato que é digerido lentamente e metabolizado para prover satisfação contínua sem causar um pico de açúcar no sangue e uma inundação resultante da insulina. As dietas de Baixo IG são baseadas em pesquisas cientificas, sendo uma alternativa mais saudável e sustentável para o controle de peso.
10- As Barras Solo o Gi™ podem ser consumidas por Diabéticos?
R: As Barras Nutricionais SoLo Gi™ são excelentes para diabéticos, porque eles ajudam administrar o açúcar no sangue ao longo do dia. As Barras SoLo Gi são uma opção conveniente e nutricionalmente equilibrada de lanche rápido ou para se comer antes de dormir. Quando consumidas, as Barras Nutricionais SoLo Gi™ não causarão uma elevação na glicose sanguínea em ninguém, incluindo essas pessoas com diabete. Isto ajuda a manter a energia por muito mais tempo e prevenir o efeito “pico e queda” do açúcar no sangue que pode conduzir à necessidade de ingestão de doces, à ingestão exagerada de alimentos e o ganho de peso.
11- Quem pode beneficiar dos Produtos de Nutrição de Baixo Teor Glicêmico Solo Gi™?
• Consumidores Conscientes em Relação à sua Saúde - Escolhas por Alimentos Naturais e Saudáveis
• Pessoas que Precisam fazer Dieta – Sensação de Saciedade por Muito Mais Tempo
• Atletas - Energia Contínua e Aumento de Resistência
• Crianças – Elas irão adorar o sabor numa uma escolha mais saudável
• Diabéticos - Ajuda a manter o nível de açúcar no sangue dentro de uma normalidade
Fonte: Carduz
domingo, 20 de março de 2011
Carboidrato à noite?!?!
Comer carboidrato à noite engorda???
A verdade: o que provoca o ganho de peso é o excesso de calorias. As calorias dos carboidratos são iguais as das proteínas ou das gorduras. Dessa maneira, os carboidratos ingeridos à noite não podem ser os culpados pelo ganho de peso ou pela dificuldade em emagrecer.
O que se sabe: durante à noite, o metabolismo diminui. Ingerir uma refeição "mais leve", ou seja, com menor quantidade de gorduras e carboidratos refinados antes de deitar, é indicado. Assim, evita-se prejudicar a digestão o que poderia causar algum desconforto durante o sono.
O que é errado: concentrar um nutriente em uma refeição não é desejado. Por isso, os carboidratos devem estar distribuídos em, pelo menos, 5 refeições ao dia (as 3 principais e pequenos lanches entre elas).
O que comer: prefira os alimentos contendo carboidratos complexos que estão presentes nos alimentos integrais (arroz, farinha, aveia), nas verduras, legumes e frutas. Esse tipo de carboidratos faz com que a glicemia aumente lentamente, fazendo com que a fome demore mais a aparecer.
O que evitar: evite os alimentos ricos em carboidratos e que apresentam baixa quantidade de água. Esses alimentos são os feitos à base de farinha como, massa, pães, bolos, tortas. Tire todas as suas dúvidas e emagreça definitivamente sem passar fome. Comece o Programa Dieta e Saúde, mude seu corpo em poucas semanas e realize seu sonho.
Fonte: Saúde em movimento
A verdade: o que provoca o ganho de peso é o excesso de calorias. As calorias dos carboidratos são iguais as das proteínas ou das gorduras. Dessa maneira, os carboidratos ingeridos à noite não podem ser os culpados pelo ganho de peso ou pela dificuldade em emagrecer.
O que se sabe: durante à noite, o metabolismo diminui. Ingerir uma refeição "mais leve", ou seja, com menor quantidade de gorduras e carboidratos refinados antes de deitar, é indicado. Assim, evita-se prejudicar a digestão o que poderia causar algum desconforto durante o sono.
O que é errado: concentrar um nutriente em uma refeição não é desejado. Por isso, os carboidratos devem estar distribuídos em, pelo menos, 5 refeições ao dia (as 3 principais e pequenos lanches entre elas).
O que comer: prefira os alimentos contendo carboidratos complexos que estão presentes nos alimentos integrais (arroz, farinha, aveia), nas verduras, legumes e frutas. Esse tipo de carboidratos faz com que a glicemia aumente lentamente, fazendo com que a fome demore mais a aparecer.
O que evitar: evite os alimentos ricos em carboidratos e que apresentam baixa quantidade de água. Esses alimentos são os feitos à base de farinha como, massa, pães, bolos, tortas. Tire todas as suas dúvidas e emagreça definitivamente sem passar fome. Comece o Programa Dieta e Saúde, mude seu corpo em poucas semanas e realize seu sonho.
Fonte: Saúde em movimento
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