quarta-feira, 19 de agosto de 2009

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Vinho pode causar câncer

Uma taça de vinho por dia não faz mal? Faz sim! Relatório divulgado pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) francês, baseado nas conclusões de três renomadas instituições científicas - National Alimentation Cancer Research, Fundo Mundial de Pesquisa contra o Câncer e Instituto Americano para a Pesquisa sobre o Câncer – aponta que, em qualquer quantidade, bebidas alcoólicas podem causar câncer.

"O consumo de bebidas alcoólicas está associado ao aumento do risco de diversos cânceres como de boca, de faringe, de laringe, de esôfago, colo-retal, do sangue e do fígado" afirma o relatório, que alerta que o percentual de aumento do risco está estimado tendo como base cada copo de álcool consumido por dia. O risco varia entre 9% a 168%.

"Em particular, o aumento do risco de cânceres de boca, de faringe e de laringe é estimado em 168% por copo de álcool consumido por dia" relata o documento.

O Brasil ocupa o 51º lugar no ranking mundial de consumo de vinho, com apenas 2 litros per capita/ano. A França lidera a lista com 55,4 litros per capita/ano. Porém, é bom lembrar que a pesquisa afirma que a ingestão de qualquer bebida alcoólica aumenta consideravelmente as chances de desenvolvimento de um câncer. No ranking dos países que mais consomem cerveja, por exemplo, o Brasil está entre os dez primeiros colocados.

Fonte: Saúde em movimento - 2009
Sandra Silva - Personal Trainer - Cref:03142-G/SP

Você aprende! "Willian Shakespeare"

Interessante o anexo abaixo. Ótimo dia!!! Bjks =^.^= Sandra Silva Personal Cref: 03142-G/SP

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Alimentos ajudam a enfrentar mudanças hormonais

O corpo feminino obedece a flutuações hormonais.
A intervenção nutricional precoce pode atenuar essas
alterações,diz a nutróloga Jane Corona.Alguns alimentos
fazem bem à saúde da mulher em qualquer idade,a partir
do início do ciclo menstrual.Outros devem ser evitados.
Evitar (o excesso de)
Frituras - elevam o colesterol e podem causar tensão
pré-menstrual.
Álcool - consome vitaminas e desregula o metabolismo
hormonal.
Açúcar,doces e laticínios - provocam prisão de ventre e
aumenta o nível de estrôgenio.
Farináceos refinados (farinha de trigo,pão,biscoito)- não
têm valor nutritivo e aumentam o peso,o que altera o
metabolismo dos hormonios.
Ingerir
Grãos integrais - melhoram função intestinal e,por tabela,
o metabolismo.Ótimo para a TPM.
Soja - grão especialmente recomendado por conter vita-
minas,minerais,fibras,cálcio,magnésio,ferro e isoflavona,
que regula o metabolismo.
Peixes de água fria - ricos em ômega 3,antiinflamatórios
naturais e bons para a memória.
Vegetais crucíferos (brócolis,couve,repolho) - contêm
compostos ricos em indóis,particularmente ativos contra
o estrogênio,e auxiliam no metabolismo.
Óleos vegetais - regulam os efeitos dos hormonios sexuais e o humor.

Fonte:Revista Época
Sandra Silva - Personal Trainer - Cref: 03142-G/SP

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Alerta aos atletas

Uma pesquisa com 488 maratonistas revelou que ingerir muito líquido
durante o exercício pode causar danos à saúde e até matar.
Dos corredores estudados,13% tiveram hiponatremia,ou seja,
taxas baixas de sódio no sangue devido ao excesso de água,
o que leva a um colapso no sistema nervoso.Só atlétas são
vítimas porque os rins não conseguem excretar a água em
excesso durante exercício intenso.
Fonte: Revista Época 2005
Sandra Silva - Personal Trainer - Cref: 03142-G/SP

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Ossos sempre fortes

A prevenção à osteoporose deve começar cedo.
Saiba como reduzir a probabilidade de fraturas:
Fatores de risco
• Indivíduos de constituição óssea delicada
• Histórico familiar de doença
• Deficiência de estrógeno após a menopausa
• Menopausa precoce (antes dos 45 anos) ou retirada dos ovários
• Café,fumo,cigarro e dieta pobre um cálcio
• Uso de medicamentos da classe dos corticóides
• Sedentarismo

Prevenção
• Dieta rica em cálcio(leite e derivados) e vitamina D (peixes)
• Evitar refrigerantes e café.Eles dificultam a absorção de cálcio
• Abandonar o fumo e o álcool,que prejudicam as células ósseas
• Cuidado com o consumo excessivo de proteína,que aumenta a excreção
Urinária de cálcio e prejudica a formação óssea
• Fazer exercícios físicos
• Tomar sol diariamente,por 15 minutos
• Reposição hormonal na pós-menopausa

Fonte:Revista Época 2005
Sandra Silva – Personal Trainer – Cref:03142-G/SP

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Pesquisa avalia regulação metabólica de dietas hiperlipídicas

Buscando entender os mecanismos da obesidade feminina, pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) e da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) reproduziram em laboratório um modelo experimental para estudar os efeitos das dietas dietas ricas em gorduras (hiperlipídicas) sobre a regulação do metabolismo. O trabalho, aplicado no final de 2008 e início deste ano, envolveu cerca de 80 mulheres na pré-menopausa que apresentavam excesso de peso. A pesquisa intitulada Dieta hiperlipídica e ultra-estrutura das células musculares: relação com a resistência periférica à insulina sobre a captação de glicose, da nutricionista Luciana Oquendo Pereira, vem sendo desenvolvida no Programa de Biologia Celular e Tecidual do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP.

Os estudos são orientados pelo professor Antonio Herbert Lancha Júnior, do Departamento de Biodinâmica do Movimento do Corpo Humano da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP, e foram iniciados ainda no projeto de iniciação científica, com uma pesquisa sobre ingestão alimentar em mulheres obesas brasileiras. “O padrão alimentar da brasileira é diferente quando comparado às norte-americanas e às européias”, informa Lancha Júnior. “No caso do Brasil, as mulheres consomem 45% mais gordura saturada na alimentação regular e, além disso, possuem o hábito de praticar uma quantidade menor de refeições diárias, acreditando ser essa uma solução para o emagrecimento.” As mulheres envolvidas no estudo foram selecionadas numa comunidade do bairro do Butantã, em São Paulo, em 1997.

A forma mais indicada para avaliação do peso corporal em adultos é o Índice de Massa Corporal (IMC), recomendada, inclusive, pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Esse índice é calculado dividindo-se o peso do paciente em quilogramas (Kg) pela sua altura em metros elevada ao quadrado (m², quadrado de sua altura).

“Uma pessoa pode ser definida como obesa quando seu IMC supera o valor 30”, alerta Lancha Júnior. O pesquisador ressalta que o distúrbio, além dos problemas de natureza estética e psicológica, constitui um importante risco para a saúde e, quando não corrigido, danifica o coração, as artérias (sobretudo as coronárias), o fígado, as articulações e também o sistema endócrino.

Ao concordar em participar do estudo, as mulheres foram acompanhadas durante dois meses e, ao final, tiveram os resultados de seus hábitos alimentares avaliados. Os cientistas constataram que as mulheres que participaram do programa de atividade física proposto, somado à orientação nutricional, obtiveram as melhores condições de saúde.

Pandemia mundial

Outra etapa da pesquisa tem envolvido a utilização de um modelo experimental laboratorial, onde o consumo de gordura saturada variou entre os dois grupos estudados, sendo um deles de controle. Curiosamente, o grupo que consumiu dieta hiperlipídica ingeriu menor quantidade calórica total (cerca de 63kcal/dia) do que o grupo de controle (cerca de 75kcal/dia). No entanto, as calorias provenientes de gordura foram três vezes maior no grupo com ração hiperlipídica (cerca de 24kcal/dia), quando comparado com o de controle (cerca de 8kcal/dia).

“A obesidade é pandemia mundial”, alerta Lancha Júnior. “Cada vez mais, as ações governamentais deveriam prever a ampliação de políticas públicas que ajudassem as pessoas a mudar seu estilo de vida. É um investimento muito mais profundo e responsável que visa melhorar os hábitos alimentares, estimular a atividade física e, desta forma, prevenir doenças, melhorando a saúde da população.”

Nesse sentido, o especialista reitera que boa parte da falta de saúde é causada pela inatividade física. “A prática de exercícios representa uma alternativa barata e capaz de influenciar diretamente a qualidade de vida das pessoas”, defende. “Além disso, sabemos que um bom par de tênis, bermuda e camiseta podem ser usados por muitas vezes, em vários lugares.
Fonte:Saúde em movimento

Sandra Silva Personal Trainer Cref:03142-G/SP

domingo, 19 de julho de 2009

Mulher de dieta morre por beber água em excesso

Jacqueline Henson, britânica de 40 anos, mãe de cinco filhos, morreu com um edema (inchaço) cerebral após beber quatro litros de água, em um período de duas horas.
Henson, que pesava 89 quilos, seguia a dieta LighterLife, que sugere o consumo de 4 litros de água ao longo do dia, além de 530 calorias diárias, cerca de 25% do que é recomendado normalmente para mulheres. Em três semanas, ela já havia perdido 5,4 quilos e segundo seu marido, "estava nas nuvens" com o resultado alcançado.
O caso foi a julgamento e uma representante da LighterLife afirmou ao juiz que a dieta é direcionada a pessoas que estão com mais de 20 quilos de excesso de peso e que Henson havia recebido todas as orientações corretas, mas não as seguiu.

A justiça considerou a morte "acidental" e inocentou a empresa responsável pela dieta, que lucra 18 milhões de libras por ano.
Após o incidente, o Instituto Nacional de Excelência Clínica da Grã-Bretanha recomendou novamente que dietas radicais de baixa caloria não sejam seguidas por mais de três meses e que as pessoas precisam de acompanhamento médico.

Fonte: Redação Saúde em Movimento
Sandra Silva Personal Trainer cref 03142 G/SP

sábado, 11 de julho de 2009

Cortar calorias pode melhorar memória

Cortar calorias pode melhorar memória.
Estudo realizado na Alemanha e publicada na revista Proceedings of the National Academy of Sciences aponta que cortar em 30% a ingestão de calorias pode melhorar a memória.
No estudo, voluntários na faixa etária dos 60 anos, foram divididos em três grupos. O primeiro seguiu uma dieta normal; o segundo teve um regime semelhante, mas com mais ácidos graxos insaturados encontrados, por exemplo, no azeite de oliva e nos peixes; e o terceiro adotou a dieta com 30% menos calorias.
Passado um trimestre com essa dieta, os dois primeiros grupos refizeram testes de memória e seus resultados foram os mesmos. Já os 50 voluntários do terceiro grupo conseguiram mais pontos após a dieta e apresentaram sinais de melhora física, com queda nos níveis de insulina.
Porém, é bom lembrar: ainda serão necessários mais estudos para se comprovar a pesquisa e nenhuma dieta deve ser realizada sem acompanhamento médico.
Sandra Silva – Personal Trainer – Cref 03142-G/SPFonte: Redação Saúde em Movimento