Uma pesquisa com 488 maratonistas revelou que ingerir muito líquido
durante o exercício pode causar danos à saúde e até matar.
Dos corredores estudados,13% tiveram hiponatremia,ou seja,
taxas baixas de sódio no sangue devido ao excesso de água,
o que leva a um colapso no sistema nervoso.Só atlétas são
vítimas porque os rins não conseguem excretar a água em
excesso durante exercício intenso.
Fonte: Revista Época 2005
Sandra Silva - Personal Trainer - Cref: 03142-G/SP
sexta-feira, 31 de julho de 2009
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Ossos sempre fortes
A prevenção à osteoporose deve começar cedo.
Saiba como reduzir a probabilidade de fraturas:
Fatores de risco
• Indivíduos de constituição óssea delicada
• Histórico familiar de doença
• Deficiência de estrógeno após a menopausa
• Menopausa precoce (antes dos 45 anos) ou retirada dos ovários
• Café,fumo,cigarro e dieta pobre um cálcio
• Uso de medicamentos da classe dos corticóides
• Sedentarismo
Prevenção
• Dieta rica em cálcio(leite e derivados) e vitamina D (peixes)
• Evitar refrigerantes e café.Eles dificultam a absorção de cálcio
• Abandonar o fumo e o álcool,que prejudicam as células ósseas
• Cuidado com o consumo excessivo de proteína,que aumenta a excreção
Urinária de cálcio e prejudica a formação óssea
• Fazer exercícios físicos
• Tomar sol diariamente,por 15 minutos
• Reposição hormonal na pós-menopausa
Fonte:Revista Época 2005
Sandra Silva – Personal Trainer – Cref:03142-G/SP
Saiba como reduzir a probabilidade de fraturas:
Fatores de risco
• Indivíduos de constituição óssea delicada
• Histórico familiar de doença
• Deficiência de estrógeno após a menopausa
• Menopausa precoce (antes dos 45 anos) ou retirada dos ovários
• Café,fumo,cigarro e dieta pobre um cálcio
• Uso de medicamentos da classe dos corticóides
• Sedentarismo
Prevenção
• Dieta rica em cálcio(leite e derivados) e vitamina D (peixes)
• Evitar refrigerantes e café.Eles dificultam a absorção de cálcio
• Abandonar o fumo e o álcool,que prejudicam as células ósseas
• Cuidado com o consumo excessivo de proteína,que aumenta a excreção
Urinária de cálcio e prejudica a formação óssea
• Fazer exercícios físicos
• Tomar sol diariamente,por 15 minutos
• Reposição hormonal na pós-menopausa
Fonte:Revista Época 2005
Sandra Silva – Personal Trainer – Cref:03142-G/SP
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Pesquisa avalia regulação metabólica de dietas hiperlipídicas
Buscando entender os mecanismos da obesidade feminina, pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) e da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) reproduziram em laboratório um modelo experimental para estudar os efeitos das dietas dietas ricas em gorduras (hiperlipídicas) sobre a regulação do metabolismo. O trabalho, aplicado no final de 2008 e início deste ano, envolveu cerca de 80 mulheres na pré-menopausa que apresentavam excesso de peso. A pesquisa intitulada Dieta hiperlipídica e ultra-estrutura das células musculares: relação com a resistência periférica à insulina sobre a captação de glicose, da nutricionista Luciana Oquendo Pereira, vem sendo desenvolvida no Programa de Biologia Celular e Tecidual do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP.
Os estudos são orientados pelo professor Antonio Herbert Lancha Júnior, do Departamento de Biodinâmica do Movimento do Corpo Humano da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP, e foram iniciados ainda no projeto de iniciação científica, com uma pesquisa sobre ingestão alimentar em mulheres obesas brasileiras. “O padrão alimentar da brasileira é diferente quando comparado às norte-americanas e às européias”, informa Lancha Júnior. “No caso do Brasil, as mulheres consomem 45% mais gordura saturada na alimentação regular e, além disso, possuem o hábito de praticar uma quantidade menor de refeições diárias, acreditando ser essa uma solução para o emagrecimento.” As mulheres envolvidas no estudo foram selecionadas numa comunidade do bairro do Butantã, em São Paulo, em 1997.
A forma mais indicada para avaliação do peso corporal em adultos é o Índice de Massa Corporal (IMC), recomendada, inclusive, pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Esse índice é calculado dividindo-se o peso do paciente em quilogramas (Kg) pela sua altura em metros elevada ao quadrado (m², quadrado de sua altura).
“Uma pessoa pode ser definida como obesa quando seu IMC supera o valor 30”, alerta Lancha Júnior. O pesquisador ressalta que o distúrbio, além dos problemas de natureza estética e psicológica, constitui um importante risco para a saúde e, quando não corrigido, danifica o coração, as artérias (sobretudo as coronárias), o fígado, as articulações e também o sistema endócrino.
Ao concordar em participar do estudo, as mulheres foram acompanhadas durante dois meses e, ao final, tiveram os resultados de seus hábitos alimentares avaliados. Os cientistas constataram que as mulheres que participaram do programa de atividade física proposto, somado à orientação nutricional, obtiveram as melhores condições de saúde.
Pandemia mundial
Outra etapa da pesquisa tem envolvido a utilização de um modelo experimental laboratorial, onde o consumo de gordura saturada variou entre os dois grupos estudados, sendo um deles de controle. Curiosamente, o grupo que consumiu dieta hiperlipídica ingeriu menor quantidade calórica total (cerca de 63kcal/dia) do que o grupo de controle (cerca de 75kcal/dia). No entanto, as calorias provenientes de gordura foram três vezes maior no grupo com ração hiperlipídica (cerca de 24kcal/dia), quando comparado com o de controle (cerca de 8kcal/dia).
“A obesidade é pandemia mundial”, alerta Lancha Júnior. “Cada vez mais, as ações governamentais deveriam prever a ampliação de políticas públicas que ajudassem as pessoas a mudar seu estilo de vida. É um investimento muito mais profundo e responsável que visa melhorar os hábitos alimentares, estimular a atividade física e, desta forma, prevenir doenças, melhorando a saúde da população.”
Nesse sentido, o especialista reitera que boa parte da falta de saúde é causada pela inatividade física. “A prática de exercícios representa uma alternativa barata e capaz de influenciar diretamente a qualidade de vida das pessoas”, defende. “Além disso, sabemos que um bom par de tênis, bermuda e camiseta podem ser usados por muitas vezes, em vários lugares.
Fonte:Saúde em movimento
Sandra Silva Personal Trainer Cref:03142-G/SP
Os estudos são orientados pelo professor Antonio Herbert Lancha Júnior, do Departamento de Biodinâmica do Movimento do Corpo Humano da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP, e foram iniciados ainda no projeto de iniciação científica, com uma pesquisa sobre ingestão alimentar em mulheres obesas brasileiras. “O padrão alimentar da brasileira é diferente quando comparado às norte-americanas e às européias”, informa Lancha Júnior. “No caso do Brasil, as mulheres consomem 45% mais gordura saturada na alimentação regular e, além disso, possuem o hábito de praticar uma quantidade menor de refeições diárias, acreditando ser essa uma solução para o emagrecimento.” As mulheres envolvidas no estudo foram selecionadas numa comunidade do bairro do Butantã, em São Paulo, em 1997.
A forma mais indicada para avaliação do peso corporal em adultos é o Índice de Massa Corporal (IMC), recomendada, inclusive, pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Esse índice é calculado dividindo-se o peso do paciente em quilogramas (Kg) pela sua altura em metros elevada ao quadrado (m², quadrado de sua altura).
“Uma pessoa pode ser definida como obesa quando seu IMC supera o valor 30”, alerta Lancha Júnior. O pesquisador ressalta que o distúrbio, além dos problemas de natureza estética e psicológica, constitui um importante risco para a saúde e, quando não corrigido, danifica o coração, as artérias (sobretudo as coronárias), o fígado, as articulações e também o sistema endócrino.
Ao concordar em participar do estudo, as mulheres foram acompanhadas durante dois meses e, ao final, tiveram os resultados de seus hábitos alimentares avaliados. Os cientistas constataram que as mulheres que participaram do programa de atividade física proposto, somado à orientação nutricional, obtiveram as melhores condições de saúde.
Pandemia mundial
Outra etapa da pesquisa tem envolvido a utilização de um modelo experimental laboratorial, onde o consumo de gordura saturada variou entre os dois grupos estudados, sendo um deles de controle. Curiosamente, o grupo que consumiu dieta hiperlipídica ingeriu menor quantidade calórica total (cerca de 63kcal/dia) do que o grupo de controle (cerca de 75kcal/dia). No entanto, as calorias provenientes de gordura foram três vezes maior no grupo com ração hiperlipídica (cerca de 24kcal/dia), quando comparado com o de controle (cerca de 8kcal/dia).
“A obesidade é pandemia mundial”, alerta Lancha Júnior. “Cada vez mais, as ações governamentais deveriam prever a ampliação de políticas públicas que ajudassem as pessoas a mudar seu estilo de vida. É um investimento muito mais profundo e responsável que visa melhorar os hábitos alimentares, estimular a atividade física e, desta forma, prevenir doenças, melhorando a saúde da população.”
Nesse sentido, o especialista reitera que boa parte da falta de saúde é causada pela inatividade física. “A prática de exercícios representa uma alternativa barata e capaz de influenciar diretamente a qualidade de vida das pessoas”, defende. “Além disso, sabemos que um bom par de tênis, bermuda e camiseta podem ser usados por muitas vezes, em vários lugares.
Fonte:Saúde em movimento
Sandra Silva Personal Trainer Cref:03142-G/SP
domingo, 19 de julho de 2009
Mulher de dieta morre por beber água em excesso
Jacqueline Henson, britânica de 40 anos, mãe de cinco filhos, morreu com um edema (inchaço) cerebral após beber quatro litros de água, em um período de duas horas.
Henson, que pesava 89 quilos, seguia a dieta LighterLife, que sugere o consumo de 4 litros de água ao longo do dia, além de 530 calorias diárias, cerca de 25% do que é recomendado normalmente para mulheres. Em três semanas, ela já havia perdido 5,4 quilos e segundo seu marido, "estava nas nuvens" com o resultado alcançado.
O caso foi a julgamento e uma representante da LighterLife afirmou ao juiz que a dieta é direcionada a pessoas que estão com mais de 20 quilos de excesso de peso e que Henson havia recebido todas as orientações corretas, mas não as seguiu.
A justiça considerou a morte "acidental" e inocentou a empresa responsável pela dieta, que lucra 18 milhões de libras por ano.
Após o incidente, o Instituto Nacional de Excelência Clínica da Grã-Bretanha recomendou novamente que dietas radicais de baixa caloria não sejam seguidas por mais de três meses e que as pessoas precisam de acompanhamento médico.
Fonte: Redação Saúde em Movimento
Sandra Silva Personal Trainer cref 03142 G/SP
Henson, que pesava 89 quilos, seguia a dieta LighterLife, que sugere o consumo de 4 litros de água ao longo do dia, além de 530 calorias diárias, cerca de 25% do que é recomendado normalmente para mulheres. Em três semanas, ela já havia perdido 5,4 quilos e segundo seu marido, "estava nas nuvens" com o resultado alcançado.
O caso foi a julgamento e uma representante da LighterLife afirmou ao juiz que a dieta é direcionada a pessoas que estão com mais de 20 quilos de excesso de peso e que Henson havia recebido todas as orientações corretas, mas não as seguiu.
A justiça considerou a morte "acidental" e inocentou a empresa responsável pela dieta, que lucra 18 milhões de libras por ano.
Após o incidente, o Instituto Nacional de Excelência Clínica da Grã-Bretanha recomendou novamente que dietas radicais de baixa caloria não sejam seguidas por mais de três meses e que as pessoas precisam de acompanhamento médico.
Fonte: Redação Saúde em Movimento
Sandra Silva Personal Trainer cref 03142 G/SP
sábado, 11 de julho de 2009
Cortar calorias pode melhorar memória
Cortar calorias pode melhorar memória.
Estudo realizado na Alemanha e publicada na revista Proceedings of the National Academy of Sciences aponta que cortar em 30% a ingestão de calorias pode melhorar a memória.
No estudo, voluntários na faixa etária dos 60 anos, foram divididos em três grupos. O primeiro seguiu uma dieta normal; o segundo teve um regime semelhante, mas com mais ácidos graxos insaturados encontrados, por exemplo, no azeite de oliva e nos peixes; e o terceiro adotou a dieta com 30% menos calorias.
Passado um trimestre com essa dieta, os dois primeiros grupos refizeram testes de memória e seus resultados foram os mesmos. Já os 50 voluntários do terceiro grupo conseguiram mais pontos após a dieta e apresentaram sinais de melhora física, com queda nos níveis de insulina.
Porém, é bom lembrar: ainda serão necessários mais estudos para se comprovar a pesquisa e nenhuma dieta deve ser realizada sem acompanhamento médico.
Sandra Silva – Personal Trainer – Cref 03142-G/SPFonte: Redação Saúde em Movimento
Estudo realizado na Alemanha e publicada na revista Proceedings of the National Academy of Sciences aponta que cortar em 30% a ingestão de calorias pode melhorar a memória.
No estudo, voluntários na faixa etária dos 60 anos, foram divididos em três grupos. O primeiro seguiu uma dieta normal; o segundo teve um regime semelhante, mas com mais ácidos graxos insaturados encontrados, por exemplo, no azeite de oliva e nos peixes; e o terceiro adotou a dieta com 30% menos calorias.
Passado um trimestre com essa dieta, os dois primeiros grupos refizeram testes de memória e seus resultados foram os mesmos. Já os 50 voluntários do terceiro grupo conseguiram mais pontos após a dieta e apresentaram sinais de melhora física, com queda nos níveis de insulina.
Porém, é bom lembrar: ainda serão necessários mais estudos para se comprovar a pesquisa e nenhuma dieta deve ser realizada sem acompanhamento médico.
Sandra Silva – Personal Trainer – Cref 03142-G/SPFonte: Redação Saúde em Movimento
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